domingo, 26 de julho de 2009

Alguns dos melhores filmes do século XX na Agend@!

Homenageados do Sarau de 18 de Agosto de 2009: ** HILDA HILST (Escritora e Poeta), ** Jorge Amado, (Escritor),## Aracy Ferrari (escritora e poeta)

No Teatro Municipal “Dr. Losso Netto na sala 2 na Rua Gomes Carneiro, 136 - Piracicaba-SP

Dia: 18 de Agosto (Terça-feira)
Horário: 19h30 às 21h30
Ingresso: Gratuito (limite 100 lugares)

Classificação: Livre






O Blog estará sem novas atualizações do dia 28 ao dia 6 de Agosto, mas mesmo assim leiam e comentem ficaremos felizes com a opinião de todos os nossos leitores.

Agend@ Cultural Piracicabana


Rio de Piracicaba

Alguns dos melhores filmes do século XX na Agend@!

GÂNGSTERES:




"O poderoso chefão" (1972), de Francis Ford Coppola

Título original: The Godfather

Ano: 1972

País: Estados Unidos

Duração: 175 min.

Gênero: Policial

Diretor: Francis Ford Coppola (Apocalypse Now, Vidas Sem Rumo, Drácula [1992])

Trilha Sonora: Nino Rota (A Doce Vida, Oito e Meio)

Elenco: Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall, James Caan, John Cazale, Talia Shire, Sterling Hayden, Diane Keaton, Richard S. Castellano, John Marley, Richard Conte, Al Lettieri, Abe Vigoda, Gianni Russo, Al Martino, Morgana King, Lenny Montana, Alex Rocco, Tony Giorgio, Victor Rendina, Salvatore Corsitto, Sofia Coppola


FICÇÃO CIENTÍFICA:



"2001: Uma odisséia no espaço" (1968), de Stanley Kubrick

Título original: 2001: A Space Odissey

Ano: 1968

País: Estados Unidos, Inglaterra

Duração: 148 min.Gênero:

Ficção Científica

Diretor: Stanley Kubrick (Lolita, Laranja Mecânica, De Olhos Bem Fechados)

Trilha Sonora: Aram Khachaturyan, György Ligeti, Richard Strauss, Johann Strauß

Elenco: Keir Dullea, Gary Lockwood, William Sylvester, Daniel Richter, Leonard Rossiter, Margaret Tyzack, Robert Beatty, Sean Sullivan, Douglas Rain, Alan Gifford, Ann Gillis, Vivian Kubrick


Distribuidora do DVD: Warner


Sinopse



Naquele que é o maior filme sério de ficção científica de todos os tempos, boa parte do que é exibido em suas mais de duas horas de duração representa um desafio à mente e aos sentidos raramente encontrado dentro da arte conhecida como cinema. Stanley Kubrick estava simplesmente muitos anos à frente de seu tempo quando lançou esta obra-prima, escrita pelo próprio em parceria com o renomado autor Arthur C. Clarke. Como todo bom filme de ficção científica que se preze, 2001 consiste numa visão particular sobre um futuro próximo, sem no entanto se ater somente à conquista espacial em si, como sugere seu título. Há mais, muito mais a ser descoberto através da história e das imagens deste filme.



Muito provavelmente, as idéias que esta película procura instigar e as mensagens que ela tenta entregar só serão assimiladas após a segunda ou a terceira sessões do filme. A cadência é lenta, mas o respeito com que o assunto é abordado é admirável, sem contar a excepcional fidelidade às leis da física espacial. O importante é ter em mente que, com uma platéia no estado de espírito correto, 2001 consegue ser um espetáculo hipnotizante. As metáforas, os significados e as verdades de uma jornada coletiva que se inicia há milhões de anos e se projeta com a grandiosidade de um mundo em expansão estão lá para cada um captar a sua, num desfecho surreal que deixa mais perguntas que respostas. É tal desafio indelével que mantém este filme mais atual do que nunca, e faz dele simplesmente a produção máxima dentro de seu respectivo gênero.
Filme Fantasia

"O mágico de Oz" (1939), de Victor Fleming e King Vidor



Sinopse:

Após ser capturada por um tornado, uma garota precisa encontrar o caminho de volta para casa em um mundo mágico, com bruxas e seres estranhos. Dirigido por Victor Fleming (...E o Vento Levou) e com Judy Garland no elenco. Vencedor de 2 Oscars.


Título Original: The Wizard of Oz Gênero: MusicalTempo de Duração: 101 minutosAno de Lançamento (EUA): 1939Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer


Elenco

Judy Garland (Dorothy Gale)Frank Morgan (Prof. Marvel / Mágico de Oz / Guarda de Oz / Porteiro da Cidade de Esmeraldas)Ray Bolger (Hunk / Espantalho)Bert Lahr (Zeke / Leão)Jack Haley (Hickory / Homem de Lata)Billie Burke (Glinda)Margaret Hamilton (Srta. Gulch / Bruxa Má do Oeste)Charley Grapewin (Tio Henry)Pat Walshe (Nikko)Clara Blandick (Tia Em)




Filme Mistério
Elenco:

James Stewart, Kim Novak, Barbara Bel Geddes, Tom Helmore, Henry Jones, Raymond Bailey, Ellen Corby, Lee Patrick, Konstantin Shayne

Sinopse:

O filme conta a história do detetive Scottie Fergusson, aposentado por sofrer vertigem de alturas, contratado por um ex-colega de faculdade para vigiar a mulher dele, Madeleine, uma suicida em potencial.
Críticas "Um Corpo Que Cai" é mais um excelente filme do mestre Hitchcock. Seu ótimo roteiro, escrito por Alec Coppel e Samuel A. Taylor, foi baseado no livro "D'entre les morts", escrito em 1954 por Pierre Boileau e Thomas Narcejac. A trama é bastante complexa e Hitchcock consegue dosar, de forma irretocável, o seu costumeiro suspense com um comovente romance. A grande reviravolta, em torno das personagens vividas por Kim Novak, é um dos pontos altos do filme. Além dos magníficos trabalhos dos roteiristas e de Hitchcock, "Um Corpo Que Cai" apresenta ainda a excelente música de Bernard Herrmann, a bela fotografia de Robert Burks e as primorosas atuações dos principais atores. James Stewart está irretocável no papel de Scottie. Por outro lado, Kim Novak está maravilhosa ao interpretar basicamente três personagens: o da verdadeira Madeleine, o de Judy Barton e o de Judy fazendo-se passar por Madeleine. A química entre ela e Stewart é perfeita. Em papéis menores, merecem, destaques as atuações de Barbara Bel Geddes e Tom Helmore.




Filme Esportivo


Touro Indomável (Raging Bull, 1980)

» Direção: Martin Scorsese» Roteiro: Jake LaMotta, Joseph Carter» Gênero: Drama» Origem: Estados Unidos» Duração: 129 minutos» Tipo: Longa-metragem


Sinopse: Baseado em uma história real, conheça a história de Jake La Motta (Robert De Niro), um exímio boxeador, um monstro nos ringues que detona tudo e todos dentro dos quatro corners, descontando em todos os seus adversários todos os golpes que a vida lhe dá.


quinta-feira, 23 de julho de 2009

Chico Buarque na Festa Literária em Paraty, aqui na Agend@!



Tanto “Órfãos do Eldorado”, de Hatoum, e “Leite Derramado”, de Chico, são narrados por velhos centenários, atordoados por personagens femininas envolventes e marcantes. As coincidências são tão fortes que Chico confessou ter pensado, ao ler a novela de Hatoum: “Diabo, esse cara copiou meu livro! E ainda lançou mais rápido, em março”, brincou. Mais tarde, bem à vontade, voltou à carga: “Imaginação não existe, tudo já estava no Google. No meu e no seu”.



Cicho Buarque autografando o seu romance-histórico "Leite Derramado"











Chico Buarque distribuindo autógrafos esbanjou simpatia!








A beleza das ruas do centro histórico de Paraty




CHICO BUARQUE E A REVOLUÇÃO FRANCESA!?
Ana Marly de Oliveira Jacobino

Dezenove! Dezenove horas! Ele entra no palco, abraçado ao amigo Milton Hautoum. Aplausos! Frenesi! Todos os lugares ocupados! A praça foi pequena para conter tamanha multidão. Os ingressos nem chegam às mãos da grande maioria dos pobres mortais. Apenas algumas centenas de abonados, sortudos, conseguem se instalar nas poltronas macias da Tenda dos Autores, e alguns um pouco menos sortudos na Tenda do Telão.
Peço ao meu marido para ficar na fila dos autógrafos, com o Leite Derramado em suas mãos.
Bem! Dependurada como bandeira a meio pau na grade, a qual circunda a Tenda do Telão, estou eu! Assisto um dos compositores que embalaram a minha vida. Aprendi a gostar das suas letras poéticas na infância ao assistir ao Festival da Record em que meu tio Marconi Campos, integrante do Trio Marayá, acompanhou Jair Rodrigues na magistral Disparada.
Final do festival da canção, a platéia se viu dividida em seus aplausos entre “Disparada composta por Geraldo Vandré e Theo de Barros”, e, “A Banda de Chico Buarque de Holanda”. O juri deu empate, e dessa maneira, as duas músicas, se sagraram vencedoras.
Cantei com força naquele dia histórico, e hoje me assombro, com a beleza da letra, em especial um fragmento da magistral Disparada, o qual penso, precisamos entender em definitivo o que diz; “mas com gente é diferente”:

“Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei
Então não pude seguir valente em lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
Se você não concordar não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar”

Aplaudi, cantei e gritei, levantando o cartaz por Disparada, mas, dividida, também cantei; A Banda com Nara Leão.
Lembro do Chico de smoking preto, em pé, duro como um pedaço de pau segurando o violão ao lado de Nara, enquanto, Jair Rodrigues, o Trio Marayá, e o Trio Novo interpretam Disparada .
Recordo do sorriso largo na sua boca, enquanto, Jair Rodrigues ao seu lado, bate palmas, e o público o acompanha:”Pra ver a banda passar cantando coisas de amor...”
Meu marido chega e fala:
_O Dawkin vem da Inglaterra até aqui, e deu autógrafos e o babaca do Chico não vai dar.
Pedi para ele, assim mesmo, voltar para a fila.
Aplausos!
_ Ele me copiou e foi mais rápido. Publicou antes de mim, mas eu sou inocente! Disse Chico.
Chico e Milton Hatoum comentam sorrindo, a similaridade entre as obras que acabaram de escrever.
Logo a minha frente um bêbado, já no interior da tenda; gritou para o telão:
_Chico estou aqui. Fala comigo!
Os seguranças o agarram e ele aos gritos continua a chamar a atenção de todos.
_Chico estou aqui. Fala comigo.!

Na sua camiseta está escrito com caneta hidrocor preta, a frase:
Liberté, Egalité, Fraternité
Os dois autores continuam a conversa.
Chico Buarque apóia o protesto dos caiçaras da região ao ler:
_Eles evidentemente apóiam e aprovam o turismo cultural promovido pela Flip e por isso fizeram a passeata, para chamar a atenção quanto ao perigo que correm com outro tipo de turismo, o predatório.
Enquanto isto, o bêbado do outro lado, no alto do poste na Tenda do Telão, grita para a imagem do Chico, erguendo os punhos para o alto:
_ Chico estou aqui. Fala comigo! Liberté, Egalité, Fraternité.!Liberté, Egalité, Fraternité! Liberté, Egalité, Fraternité (...)
Os seguranças cogitam subir para tirá-lo, mas, ele grita mais forte:
_ Liberté, Egalité, Fraternité!
A mesa dos autores termina e tento chegar a Tenda dos Autógrafos, arrodeando o outro lado da igreja. Fico parada perto da escada da tenda sem poder me movimentar. Depois de duas horas em pé as minhas pernas estão amortecidas. Os minutos passam e muitos repórteres me espremem, e, me jogam para o outro lado da calçada.
A sorte me sorri!Os fotógrafos e repórteres me ajudam! O Chico sorrindo rodeado de seguranças, espremido pelo batalhão de fotógrafos e repórteres, passa ao meu lado.
Não acredito! Espero a multidão dispersar. Meu marido agoniado no meio do povo me acena. Aos trancos e barrancos consigo depois de muitos empurrões me aproximar dele. Claustrofóbico, ele me agita o Leite Derramado e a senha 52, e diz:
_ O que a gente não faz por amor.
Declaração de amor a parte. Cutucada, empurrada, pisoteada..., chego nele.
Abro um sorriso de orelha a orelha e digo:
_Chico estive no festival da Record em que você ganhou com “A Banda”. O meu tio Marconi cantou com o Trio Marayá junto com Jair Rodrigues. Você se lembra do Trio?
_Trio Marayá, lógico que lembro. E o seu tio como está?
_Ah! Ele morreu em 2003.
Nisto ainda me olhando, sorrindo, autografa o livro, enquanto, sou empurrada para longe dele.
A minha perna está trêmula pelo cansaço. Estou feliz!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O homem vai a Lua graças a Santos Dumont na Agend@ Cultural!

Há exatos 136 anos o verdadeiro herói nascia para mudar a história da humanidade em seu vôo aos céus! Alberto Santos Dumont





Santos Dumont nasceu dia 20 de julho do ano de 1873 em João Aires, município de Palmira em Minas Gerais. Em Ribeirão Preto iniciou seus primeiros estudos, mais tarde matriculou-se no culto a ciências, de Campinas; depois matriculou-se no Colégio Montzon de São Paulo.
Com a idade de vinte e um anos seu pai mandou-o para a Europa para aperfeiçoar seus estudos, seus pensamentos eram dominados pelo campo da mecânica; sua primeira invenção foi o balão de nome “Brasil”. No dia 19 de outubro do ano de 1901 ele ganhou o prêmio Dustche, com o seu balão número 6, no dia 13 de setembro do ano de 1906 usou o biplano “14 BIS” que subiu a uma altura bem elevada do solo. No dia 23 de outubro do ano de 1906 ele conseguiu a taça de campeão Archdeacan. Essas experiências foram feitas no ano de 1906.
Com o aparelho “14 BIS” ele conseguiu uma altura de 5 metros e uma velocidade de 40 km/h, voou uma distância de 220 metros; no ano de 1928 Santos Dumont voltou para o Brasil e foi recebido com muito amor e carinho, tinham preparado uma grande festa para Santos Dumont. Mas o aviso que tinha seu nome e tinha a bordo os cientistas, sofreu um acidente e todos morreram; entâo Santos Dumont cancelou as festividades, e isto abalou sua saúde; e passou a morar em Santos - São Paulo. Morreu no dia 23 de julho do ano de 1932. Escreveu dois livros: “Dans-Lair (É o que vi) e O Que nós Veremos”. Pertenceu à Academia Brasileira de Letras. Seu nome é: Alberto Santos Dumont.




20 de Julho_ O homem pisa na Lua!





"É um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a Humanidade".

Pegadas Lunares

Ana Marly de Oliveira Jacobino




O luar iluminou a noite fria do inverno no hemisfério sul. A corrida garantiu a visibilidade ao país. A guerra esquenta os ânimos e assusta a todos. O mundo dividido! De um lado o socialismo, baseado na economia planificada, partido único, igualdade social e falta de democracia. Do outro lado o capitalismo, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. A guerra fria aumentou a discussão e o medo mundial.
A expressão guerra fria define um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorreu um embate militar declarado e direto entre
Estados Unidos e URSS. Mesmo porque, estes dois países tinham cada um em seu poder centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significa o fim dos dois países e, certamente, da vida na Terra. Contudo, ambos acabam alimentando conflitos em outros países tais como, na Coréia e no Vietnã.
Estados Unidos da América e URSS travam uma luta muito grande no que se refere aos avanços espaciais. Ambos corriam para tentar atingir objetivos significativos nesta área. Isso ocor, qual era o sistema mais avançado. No ano de 1957, a URSS lança o foguete Sputnik com o cão Laika dentro, o primeiro ser vivo a ir para o espaço. Doze anos depois, em 1969, o mundo todo pôde acompanhar pela televisão a chegada do homem a Lua, com a missão espacial norte-americana.
O aparelho de televisão, um Telefunken de ultima geração transmitia em branco e preto as imagens. No dia 20 de julho de 1969, exatamente às 23 horas, 56 minutos e 20 segundos; horário de Brasília, um astronauta americano de nome Neil Armstrong, entrou para a história como o primeiro homem a pisar na Lua e avistar a Terra de lá. A bordo da nave Apolo XI. Armstrong, o seu companheiro de viajem espacial, Edwin Aldrin, conhecido como "Buzz", traduzido seria algo como zumbido, e Michael Collins cumpriram a missão de alunissar, após levantarem vôo em 16 de julho.
A emoção tomou conta de Raquel e da sua avó Joana. O mundo inteiro aplaudiu o fantástico feito. O primeiro homem a pisar no satélite deixou a sua pegada registrada no solo lunar para sempre. Raquel aplaudiu, gritou, pulou de alegria, enquanto isto, seu avô dormia no quarto ao lado, indiferente a todo o acontecimento televisionado. Mesmo na sua meninice, ela sabia da importância do feito dos astronautas.
A menina repetiu a frase de Neil para sua avó por mais de uma vez: "É um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a Humanidade".
Raquel cresceu acompanhando o avanço tecnológico permitido pela corrida espacial. Já a sua avó Joana..., jurava de pés juntos, que o homem não foi até a Lua. Tudo foi armado pelos “taizinhos” e confabulava: “A verdade é que o homem ficou aqui na Terra mesmo em um deserto daquele tar de: “Zustadounidus”!
Durma com uma dúvida dessa...!






Ana Marly prestando homenagem a Ivana Negri pelo seu trabalho valoroso nas publicações dos literatos no Jornal de Piracicaba e na Tribuna Piracicabana





Benedito Daniel Valin (Monteiro Lobato) declamando!



SER

BENEDITO DANIEL VALIM

QUERIA :


SER LIVRE
SER ATLETA
SER GIGANTE
SER POETA


SER CRISTÃO
SER JOGADOR
SER FOGO
SER AMOR



SER ANJO
SER AMIGO
SER CHUVA
SER ABRIGO

SER SORRISO
SER PRANTO
SER MAGIA
SER ENCANTO

SER MONTANHA
SER OCEÃNO
SER HUMILDE
SER HUMANO!



Sandra Galante (Poeta do Mundo) junto ao seu marido.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Literatura e Arte um bom motivo para celebrar a vida!

Agradecimentos:


1)A Secretaria de Cultura e ao Teatro Municipal de Piracicaba e aos seus funcionários.

2)Aos músicos: Ana Lucia Stipp Patrniani (flauta e voz), José Carlos Gregório (violão e voz),: Galvani e Roseane Luppi (violões e voz).

3) Ao declamador e poeta Daniel Valim, a Gisele Silva, a Drª Ana Paterniani por encabeçar os ensaios, a Áurea Squerro, e a todos os presentes que alegram a Literatura e o Sar@u Literário Piracicabano.

4) À Ivana Negri pelo seu trabalho na publicação no Jornal de Piracicaba e na Tribuna dos escritos literários dos nossos poetas.

5) À Richard Mathenhauer pelo incentivo de propagar a Literatura em Rio das Pedras levando um Sarau Literário com empenho e dedicação! Parabéns!

6) A Biblioteca Pública Municipal na pessoa da sua diretora Lucila M Calheiros Silvestre.

7) À Rodrigo Alves do Jornal de Piracicaba e Erick Tedesco da Tribuna de Piracicaba, A Danielle Ricci da Gazeta de Piracicaba; A Marcela Benvegnu do Jornal de Piracicaba, A Educativa nas Letras por proporcionarem a divulgação do nosso Sarau

8) Cia Sé de Teatro: Benedita Giangrossi e Lívia Foltran Spada


9) A Pirapneus (Antonio Pizzinato Sturion) por colaborar com 20 cópias do Caderno de Publicaçôes do S@rau.





Rudnei Teixeira dos Santos da Casa do Amor Fraterno declamando "O açucar" De Ferreira Gullar


Canto à Vida
Leda Coletti

Canto a vida e nela exalto
o sol, vento, terra e mar
louvo a Deus que num só salto,
deu-nos a luz, chuva e ar.
Canto a vida a todo instante,
pois a enxergo muito bela,
para o caminheiro errante
dou boas-vindas na janela.
Canto a vida pelas mãos
rabiscando versos, prosa,
estou em paz com irmãos,
livre, mas buscando a rosa





Maria Estela Monteiro Bergamo e Ana Marly no emocionante tributo á família Paterniani!



AO MEU PAI (in memorian)
Ricardo Stipp Paterniani

E stourou mais uma estrela no céu
R eluzente, brilhante, majestosa
N avegando na imensidão da ciência e do conhecimento
E strela de sabedoria e humildade
S emeador de milho de inúmeros tipos, formas e cores
T rabalhador da terra, do campo, da vida
O rgulho de quem sabe de onde vem o alimento

P ai querido e amado por todos
A tencioso, cuidadoso com a família
T ernura não faltava em sua vida simples e dedicada
E xplodiu mais uma estrela no céu
R adiante, luminosa
N a mais pura clareza, repleta de luz
I ncendiando nossos corações
A rando e cultivando agora as terras do céu
N os ensina, mesmo após partir:
I ntensamente, viva a vida com alegria, simplicidade e amor.





IRMÃ MAIS VELHA (in memorian)
Ana Lúcia Paterniani

" Maria Lidia, para nós da família,
simplesmente a nossa Mara...

Você me ensinou as primeiras letras,
as primeiras notas musicais
e melodias no seu piano...

Você brincava comigo de boneca
e cobria o meu corpo de talco
e cuidava de mim com carinho
quando eu estava doente...

Você me ensinou a amar a música,
a poesia e tudo o que é belo...
E era você que acalmava os meus medos
se eu acordava de noite, assustada...

E agora?!?

Quem vai me ensinar a superar essa dor
da sua partida
e a do nosso pai amado?!?

Ainda bem que você me ensinou a rezar..."






Ana Marly e o Poeta de Rio das Pedras e coordenador do Sarau Literário Rio Pedrense, grande incentivador da Arte e Literatura da Cidade Doçura: Richard Mathenhauer



Genealogia
(Richard Mathenhauer)

Eram duas irmãs:
Ana e Leonor.
Ana casou-se com seu tio,
E dele se tornou sobrinha e mulher.
Mas quis Deus Ana para si,
E o tio enviuvou.
Leonor, solteira e da família,
Então foi casada com o tio,
E dele se tornou sobrinha, cunhada e mulher.
Mas quis Deus o tio, cunhado e esposo para si,
E levou Joaquim para o céu.
Leonor enviuvou.
Então, Leonor se casou com Antonio,
E desta vez não quis Deus nem um nem outro:
Deixou os dois felizes.
Os três, que de Leonor e Antonio,
Nasceu Guiomar.






Roseane e Galvani Luppi emprestam voz e musicalidade ao Sar@u Literário Piracicabano!




A vida
Galvani Luppi

A vida tão linda e frágil

A única certeza, a morte

A maior das capacidades humanas

Apreciar a beleza de todas as coisas
Diante da incerteza
Só vale a pena sentir
A beleza da música

A beleza da poesia

A beleza de um por do sol

A beleza de todos os feitos humanos



PES DE CRIANÇA
Elda Nympha Cobra Silveira

Pés afoitos para brincar.
Pular amarelinha ,esconde-esconde
Passa- anel, ciranda-cirandinha.
Correr, correr... nem sei para onde,
Porque o pega-pega vai me pegar.

Quero voar como andorinha
Em cima do poste
Escondidinha
Gostem ou não gostem
Eu vou ganhar!

Ninguém vai me ver
Nem tenho medo,
Dentro do armário
É meu esconderijo
E pela fresta estou a espiar
Peguei no sono e já ganhei!

Ou estou a sonhar?

Dupla de AMIGAS QUERIDAS, que prestigiam a Literatura e a Arte!

Quando almas afins se encontram

Acontecem Milagres ...

O mundo sorri de emoção

E a Vida fica Encantada !

Agradecida , ternamente as abraço,

Maria Emilia Redi




Para Maria Emília Redi por tão grande amor....pela delicadeza em transformar os sentimentos em palavras poéticas.



E a Ivana Marisa Altafin por seu respeito e amizade!




Poeta do amor
Ana Marly de Oliveira Jacobino

Perpetuam nos poemas
Um rosário de palavras
Cada conta leva a crer
A poeta em sua lavra.



Ecoam os sentimentos
Incrustados nos versos
Canta na divinal oração
Vida e amores diversos.



Murmuram as cantigas
Diante do santo altar
Mãos postadas em prece
O Deus menino aninhar.



Neste diálogo sacrossanto
Mistura de carinho e dor
Almas afins se encontram
Para escrever sobre o Amor!













quinta-feira, 16 de julho de 2009

A lua ilminou a festa Literária Piracicabana!




SONHOS DE SÃO JOÃO
JURACI TORICELLI _Bragança Paulista p/SLPiracicabano.

SIM, foi naquela noite fria de São João, quando a fogueira desfraldava seu manto ardente e tempestuoso, que meu coração por ti se enamorou.
Sua imagem faceira, cativante como o lírio da campina e o sussurrar da cotovia, atormentou meu sofrido coração.
Teu vestido todo em cores, cabelos soltos em trança, que poética harmonia, naquela noite de São João?
E quando a música ecoava, ganhando espaço no salão, meus devaneios aumentavam ao vê-la toda encantada, provocando queixumes e murmúrios naquela fria noite de São João .
Não sei se foi fraqueza, amor ou ilusão, mas esta paixão irrequieta, fala de desejo, de amor, de perdição.
Quando a quadrilha cessou e só a lua no terreirão se mostrava, foi quando meu mundo acabou.
Meu sonho em suspiro resumiu só o teu perfume embriagante ficou abrasando e dilacerando o meu pobre coração.
Mas, apesar das sombras e do silencio da noite, a luz da aurora voltará a brilhar; o vento fresco ao cair das tardes, uma esperança irá carregar: quando SÃO JOÃO novamente chegar, meus sonhos, meus desejos como boboleta adejante - irão se realizar.






Cuca Boa (Bene Giangrossi) , Monteiro Lobato (Daniel Valim) e Cuca Má (Livia Foltran Spada)








A vida
Galvani Luppi

A vida tão linda e frágil


A única certeza, a morte


A maior das capacidades humanas


Apreciar a beleza de todas as coisas


Diante da incerteza


Só vale a pena sentir


A beleza da música


A beleza da poesia


A beleza de um por do sol


A beleza de todos os feitos humanos










Casa Cheia para apreciar o encanto da Arte, Música, Literatura e Teatro!



Esconde-esconde.
Edson Antonio Di Piero

Ela nunca se mostra.
Quero ver sua face.
Quero ver seus olhos.
Ela nunca se mostra.
Talvez eu não mereça vê-la.
Mais um dia .
Mais uma noite.
Não a vejo.
Ela nunca se mostra.
Mas não perco a esperança.
Um dia eu a verei.
Linda como uma flor.






A beleza das cores do Artista Plastico Rafael Wuolfgang Mattenhauer e a poesia sendo declamada por Bene Giangrossi



ESTRANHO AMOR ...
Maria Emília L. Medeiros Redi

Alimenta-se da espera
Por um abraço
Um beijo
Que nunca vem




Geraldo Victorino de França, em sua mesa de trabalho




Convite de Lançamento: APRENDENDO COM O VOINHO vol.2


18 de Julho de 2009


Local: Casa do Médico_ Avenida centenário, 546


Horário: 15 horas


Geraldo Victorino de França, 83 anos, engenheiro agrônomo aposentado pela Esalq- Usp, na área de solos, colaborador da Enciclopédia Agrícola Brasileira (editada pela USP em seis volumes), lança seu segundo livro da série “ Aprendendo com o Voinho”.
De início, as mensagens contendo os verbetes eram enviadas diariamente, via internet, aos filhos, netos e bisnetas, apenas como uma maneira de transmitir aos descendentes parte do que aprendeu, e os frutos de suas pesquisas e estudos tais como curiosidades sobre o reino animal, vegetal e mineral, noções de ecologia, preservação do meio ambiente, astronomia, folclore, esportes, curiosidades sobre a língua portuguesa, geografia, história, assuntos os mais variados .
A proposta inicial era apenas ficar restrito aos familiares, mas uma das filhas, ao ter conteúdo tão rico em mãos, teve a idéia de retirá-las do universo virtual e materializá-las em livros. O primeiro foi distribuído apenas aos familiares e amigos. E como todo mundo queria um exemplar, o segundo “Aprendendo com o Voinho” terá uma edição ampliada e ilustrada com fotos, desenhos e origamis feitos pelos filhos, netos e bisnetas. (Ivana Negri)






Apolo XI.

A lua nunca mais foi a mesma...




A viagem à Lua iniciou-se numa quarta ensolarada no dia 16 de julho de 1969, às 9:32 da manhã, no complexo 39 da plataforma de lançamento A, no Kennedy Space Center, Flórida, EUA, com o lançamento da Apolo XI.
Quatro dias mais tarde, em 20 de julho de 1969, exatamente às 23 horas, 56 minutos e 20 segundos de Brasília, o astronauta americano Neil Armstrong, 38 anos, entrava para a história como o primeiro homem a pisar na Lua e avistar a Terra de lá. A bordo da nave Apolo XI, ele, Edwin Aldrin, conhecido como "Buzz" (zumbido) e Michael Collins cumpriram a missão de alunissar (aterrisar na Lua) após levantarem vôo em 16 de julho.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A sala 2 do Teatro Municipal _ 90% ocupada pelos participantes do S@rau Literário Piracicabano


Grande público no sarau que encantou a todos com arte, música, poeisa e teatro em Piracicaba.




Rafael Wuolfgang Mattenhauer: nasceu em Piracicaba,em 31 de Agosto de 1985,filho adotivo de Edison E Vera Mattenhauer. Desde criança revelou para arte desenhando personagens de filmes e de história em quadrinhos. Sua deficiência auditiva nunca o impediu de freqüentar escolas públicas e depois as escolas de arte.




Cia Sé de Teatro; Benedita Giangrossi e Lívia Foltran Spada


ESTADO DE SÍTIO
Bêne Giangrossi

Dona Benta, que não é farinha
Adivinha que bicho vai dar.
Hoje eu sei o que é entardecer
Nas entranhas do cipó.

A bananeira que não dá bananas
Que só serve para o Pedrinho brincar.
Amanhã é dia de festa,
Porque o circo vai chegar.

A jaqueira avisa que tudo vai pesar.
Eta fruta indigesta!
Ontem, foi dia de espera
Para um dia melhorar.

Sabugosa, esse moço prosa
Cheio de vento vai ficar.
Um dia, quem sabe
A gente pode se encontrar.

O grilo, o sapo, o coacho,
Ai que medo da escuridão!
Toda a luz que vem de dentro,
Essa luz que vem de dentro,
Isso é maneira de chegar?






Uma parte dos participantes que compareceram a festa literária piracicabana!

Festa Literária




A Arte, a Música, a Literatura e o Teatro esbanjaram alegria no S@rau de ontem (14 de Julho no Teatro Municipal de Piracicaba). Mais de noventa pessoas comparecerem para viver momentos de muito arrebatamento, alegria, beleza, emoção... neste S@rau em que Cecília Meireles, encantou a todos com a sua vida e suas poesias, as músicas interpretadas pelo casal Roseane e Galvani Luppi, a partir das poesias de Cecília, a "Poeta Atemporal", motivaram e fizeram a todos cantar.


O teatro em festa na magistral interpretação da Cia Sé de Teatro; Benedita Giangrossi e Lívia Foltran Spada nos assustaram com as suas Cucas e nos fizeram ficar apaixonados por Monteiro Lobato e todas as suas obras. O Sítio do Pica-Pau amarelo coloriu a sala 2 do Teatro.

Ah! Muito importante o trabalho de Daniel Valin personificando o grande “brasileiro-escritor”: José Bento Monteiro Lobato.



As cores e formas saltavam aos olhos de todos os presentes. O encanto das obras do jovem Rafael Wuolfgang Mattenhauer. As suas obras abordam temas variados como natureza morta, paisagens, abstracionismos e pintura sacra que é o seu forte.



Aos Escritores e Poetas que leram e declamaram os seus belos trabalhos fica a alegria de mais um espaço para que possam mostrar o quanto a Literatura está viva, esbanjando palavras poéticas tão repletas de beleza,
Fiquem agora com um pouquinho desta festa literária que encanta a todos.

Ana Marly de Oliveira Jacobino
Poesias declamadas no S@rau de 14 de Julho
AO MEU PAI (in memorian)
Ricardo Stipp Paterniani

E stourou mais uma estrela no céu
R eluzente, brilhante, majestosa
N avegando na imensidão da ciência e do conhecimento
E strela de sabedoria e humildade
S emeador de milho de inúmeros tipos, formas e cores
T rabalhador da terra, do campo, da vida
O rgulho de quem sabe de onde vem o alimento

P ai querido e amado por todos
A tencioso, cuidadoso com a família
T ernura não faltava em sua vida simples e dedicada
E xplodiu mais uma estrela no céu
R adiante, luminosa
N a mais pura clareza, repleta de luz
I ncendiando nossos corações
A rando e cultivando agora as terras do céu
N os ensina, mesmo após partir:
I ntensamente, viva a vida com alegria, simplicidade e amor.
Mulheres
Carla Ceres

Mulheres são sempre sós,
Meio sim, meio talvez,
Meias luas, meio mês,
Meio metades de nós.Voláteis,
nunca volúveis,
Mais distantes quando juntas,
Repelem nossas perguntas
Com respostas insolúveis.
Por viverem sempre assim,
Sendo metades, são duas:
O melhor das obras Tuas
E o mistério de onde eu vim.



























sábado, 11 de julho de 2009

Convites; Lançamentos; Premiação e Poesia na Agend@!

S@rau Literário Piracicabano tem a honra de convidá-los para a homenagem à Monteiro Lobato ; o escritor que embala gerações de leitores em todo o Brasil. A poeta Cecília Meireles; considerada uma das mais importantes representantes da literatura modernista. E Rafael Wuolfgang Mattenhauer; suas obras abordam temas variados como natureza morta, paisagens, abstracionismos e pintura sacra que é o seu forte.

No Teatro Municipal “Dr. Losso Netto na sala 2 na Rua Gomes Carneiro, 136 - Piracicaba-SP


Dia: 14 de Julho (Terça-feira)

Horário: 19h30 às 21h30

Ingresso: Gratuito (limite 100 lugares)

Classificação: Livre








Cecília Benevides de Carvalho Meireles_ Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides.
Aos dezoito anos de idade publicou seu primeiro livro de poesias (Espectro,
1919), um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantismo, Parnasianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.
No ano de
1922 se casou com o pintor português Fernando Correia Dias com quem teve três filhas. Seu marido, que sofria de depressão aguda, suicidou-se em 1935. Voltou a se casar, no ano de 1940, quando se uniu ao professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.
Teve ainda importante atuação como
jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, área à qual se manteve ligada fundando, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Observa-se ainda seu amplo reconhecimento na poesia infantil com textos como Leilão de Jardim, O Cavalinho Branco, Colar de Carolina, O mosquito escreve, Sonhos da menina, O menino azul e A pombinha da mata, entre outros. Com eles traz para a poesia infantil a musicalidade característica de sua poesia, explorando versos regulares, a combinação de diferentes metros, o verso livre, a aliteração, a assonância e a rima.

Os poemas infantis não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.
Em
1923, publicou Nunca Mais... e Poema dos Poemas, e, em 1925, Baladas Para El-Rei. Após longo período, em 1939, publicou Viagem, livro com o qual ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.
Canteiros
Composição: Fagner / sobre poema de Cecília Meireles

Quando penso em você// Fecho os olhos de saudade// Tenho tido muita coisa// Menos a felicidade// Correm os meus dedos longos// Em versos tristes que invento// Nem aquilo a que me entrego// Já me dá contentamento// Pode ser até manhã// Sendo claro, feito o dia// Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria(Refrão 2X)// Eu só queria ter do mato// Um gosto de framboesa// Pra correr entre os canteiros// E esconder minha tristeza// E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...// E deixemos de coisa, cuidemos da vida// Senão chega a morte// Ou coisa parecida// E nos arrasta moço//Sem ter visto a vida// É pau, é pedra, é o fim do caminho// É um resto de toco, é um pouco sozinho// É um caco de vidro, é a vida, é o sol// É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol/ / São as águas de março fechando o verão// É promessa de vida em nosso coração.

♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫
Cante com Fagner em homenagem a Cecília (clique no endereço abaixo)
CANTEIROS - FAGNER - CECILIA MEIRELES.mp3
Convite de Lançamento de Livro













APRENDENDO COM O VOINHO vol.2

Geraldo Victorino de França, 83 anos, engenheiro agrônomo aposentado pela Esalq- Usp, na área de solos, colaborador da Enciclopédia Agrícola Brasileira (editada pela USP em seis volumes), lança seu segundo livro da série “ Aprendendo com o Voinho”.



De início, as mensagens contendo os verbetes eram enviadas diariamente, via internet, aos filhos, netos e bisnetas, apenas como uma maneira de transmitir aos descendentes parte do que aprendeu, e os frutos de suas pesquisas e estudos tais como curiosidades sobre o reino animal, vegetal e mineral, noções de ecologia, preservação do meio ambiente, astronomia, folclore, esportes, curiosidades sobre a língua portuguesa, geografia, história, assuntos os mais variados .


A proposta inicial era apenas ficar restrito aos familiares, mas uma das filhas, ao ter conteúdo tão rico em mãos, teve a idéia de retirá-las do universo virtual e materializá-las em livros. O primeiro foi distribuído apenas aos familiares e amigos. E como todo mundo queria um exemplar, o segundo “Aprendendo com o Voinho” terá uma edição ampliada e ilustrada com fotos, desenhos e origamis feitos pelos filhos, netos e bisnetas.

Ivana Negri (Escritora, Poeta e filha do querido Voinho)






Gracia Nepomuceno: Menção Honrosa na III Mostra Brasileira em Roma - XXXIII Troféu Medusa Áurea. Para visualisar é só acessar www.anap.art.br/artlink e clicar em Premiação.


Vera Gutierrez também recebeu Menção Honrosa e os artistas piracicabanos Delfim Rocha, Aurea Pitta Rocha e Laura Pezzoto também participaram dessa Mostra em Roma.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Parati e Monteiro Lobato juntos na Agend@!




"Lobato nunca fez literatura por literatura. Poucos escritores botaram tanta intenção, tanto sofrimento, tanta preocupação, tão sério amor, nos seus livros e nos seus artigos, como o fez ele, em sua literatura combativa e tantas vezes combatida" Orígenes Lessa












O Presidente Negro _ uma das grandes obras de Monteiro Lobato: “O Presidente Negro” é uma obra duplamente curiosa: primeiramente por se tratar de uma ficção científica, gênero pouco cultivado entre os escritores brasileiros; e em segundo lugar porque em sua trama retrata o debate científico e intelectual vigente nas primeiras décadas do século XX.









“Monteiro Lobato um Escritor completo”





Para a maior parte do público leitor brasileiro, Monteiro Lobato (1882-1948) é lembrado pelos episódios da série O Sítio do Pica Pau Amarelo. Muitos, porém, desconhecem a “obra para adultos” que Monteiro Lobato escreveu, tão importante quanto sua literatura infanto-juvenil. Nestas obras Lobato discute os grandes temas da sua época, e como intelectual que foi, usa da literatura para se posicionar perante a sociedade brasileira. Nacionalista, desenvolvimentista e muitas vezes acusado de preconceituoso, suas idéias provocam polêmica ainda hoje, e seus livros continuam sendo alvo de intensos debates entre pesquisadores e leitores atentos.






Entre estes livros polêmicos de Monteiro Lobato está um intitulado “O Presidente Negro”. Originalmente publicado em 1926, como folhetim, no jornal A Manhã, (onde recebeu o título de “O Choque das Raças”, hoje seu subtítulo), “O Presidente Negro” é uma obra duplamente curiosa: primeiramente por se tratar de uma ficção científica, gênero pouco cultivado entre os escritores brasileiros; e em segundo lugar porque em sua trama retrata o debate científico e intelectual vigente nas primeiras décadas do século XX.

Um pouco do livro:






Basicamente a história gira em torno de três personagens: Ayrton, o medíocre funcionário de um escritório; Benson, o sábio que cria o Porviroscópio, uma máquina capaz de mostrar os acontecimentos futuros; e Miss Jane, a bela e inteligente filha de Benson.

Depois de sofrer um acidente, Ayrton passa a conviver com o professor Benson e sua filha, pela qual se apaixona. O sábio mostra a Ayrton sua invenção: uma máquina capaz de mostrar o estado da humanidade em tempos futuros. Ao falar do futuro, Monteiro Lobato dá vazão a toda a sua criatividade e, por que não dizer, preconceito. Imagina um futuro onde os jornais não serão mais lidos no seu formato tradicional, em papel, mas em monitores luminosos existentes em cada casa (sim, a Internet está aí!); onde a roda virará peça de museu e onde a eugenia estará presente no cotidiano das sociedades, moldando pessoas saudáveis e ordeiras. Ao falar da sociedade estadunidense, Lobato, através da personagem Miss Jane, falará de uma eleição para a presidência dos Estados Unidos em que os candidatos serão um conservador branco, uma mulher com ideais feministas e um negro (isto lembra alguma coisa?).

Em “O Presidente Negro” esta eleição acontece no ano de 2228, em nosso mundo real as atuais prévias eleitorais nos Estados Unidos têm como candidatos um conservador branco (John McCain), um negro (Barack Obama), e uma mulher (Hillary Clinton); cenário bastante próximo àquele pintado por Lobato no romance que publicou em 1926.
Por todo este curioso exercício de futurologia, e por apresentar-se como revelador do pensamento intelectual, político e científico da época em que foi escrito, vale a pena ler “O Presidente Negro”.






Opinião







No mundo tão evoluído como o apresentado pelo escritor, é justamente a questão racial que deveria ficar para trás. O contrário também é válido: Lobato pode ter querido dizer que o ser humano é tão tacanho, que apesar da passagem dos séculos e do avanço cultural e tecnológico, fica entretido com questões sobre qual raça ou sexo é melhor, qual deve prevalecer, qual deve ter quotas reservadas em universidade etc. E tais extremos serão alcançados se agora não for dado um basta nessas trivialidades. Afinal, como ele explicou no começo do romance, o futuro nada mais é do que a combinação de fatos presentes. Ricardo de Mattos


2) O Presidente Negro assusta pelo caráter premonitório da obra. Em 1926, Lobato prevê a invenção de um tipo de radiotransmissão de dados que possibilitaria o ser humano a cumprir suas tarefas da própria casa e sem a necessidade de se deslocar para o trabalho. Fala também do desaparecimento do jornal impresso porque as notícias serão “radiadas” diretamente para a casa dos indivíduos e aparecerão em caracteres luminosos numa tela - exatamente como acontece com quem está lendo esse texto. Em uma palavra atual: internet. Mas as premonições não param por aí.

Às vésperas de viajar para os Estados Unidos como adido comercial da embaixada brasileira, Monteiro Lobato preconiza a eleição de um presidente negro nos EUA. O momento político (no ano de 2228) que possibilitaria isso viria da divisão da raça branca, entre um candidato do Partido Masculino (Kerlog) e uma candidata do Partido Feminino (Evelyn Astor). A neofeminista Evelyn Astor está com a vitória praticamente garantida e eis que surge o líder negro Jim Roy, que acaba eleito presidente.
Uma assustadora semelhança entre o que aconteceu nas eleições ianques. Será Barack Obama o Jim Roy de Lobato?
De qualquer forma, é um livro de leitura atualíssima. Recomendo muitíssimo.
Autor: Marco Bahé






Paraty é aqui... Agend@ !








Sexta-feira, 03 de julho: O escritor carioca Carlos Heitor Cony (passou para o Agend@ uma desilusão pela vida, mostrando que já fez o que tinha que fazer e agora espera somente a hora de morrer) , o Mediador: Amaury Barbosa e a escritora Anna Lee






O Túnel do Tempo nas calçadas, ruas e casarões de Paraty!










A história sendo contada através das suas ruas e casarões preservados.








A data da fundação de Paraty é discutida por vários historiadores. No entanto, pode-se afirmar que no início do século XVIII quando ali chegaram os portugueses, à procura de local apropriado para a instalação de um porto, já encontraram um pequeno vilarejo no Morro da Vila Velha (hoje Morro do Forte)


Com a descoberta do ouro nas Minas Gerais, tornou-se indispensável a construção de um porto afim de transportar essa riqueza para Portugal. Encontrado o lugar ideal, ao fundo da Baia de Ilha Grande, o porto protegido de piratas foi instalado.Para alcançar a região, seguiram por uma trilha de índios Guaianases que vinham pescar e fazer farinha de peixe no litoral. Vencida a Serra do Mar e desbravada a Mantiqueira, foi estabelecida a comunicação entre o porto e a região do ouro. Essa estrada ficou conhecida como "caminho do ouro da Piedade".

Paraty ganhou importância no século XIX porque servia de porto que levava o ouro de Minas Gerais para Portugal. Durante esta época de riqueza, vários sobrados começaram a ser construídos e Paraty se tornara o segundo porto mais importante do Brasil.Quando o ciclo do ouro terminou, Paraty passou a se dedicar à produção de cachaça. A melhor pinga do Brasil foi produzida aqui. E o nome da cidade acabou virando sinônimo da bebida.Após a abolição da escravatura, em 1888, Paraty foi esquecida. A população foi reduzida a menos de um vigésimo da original. Dos 16.000 habitantes restaram apenas 600.Em 1954 foi aberta uma estrada que ligava

Paraty ao interior, pelo Vale do Paraíba. Mas só na década de 70 a cidade se recuperou. A rodovia Rio-Santos ligou Paraty aos dois maiores centros do país. E, desde então, a cidade viu surgir um ciclo de turismo.



Convite Imperdível:

S@rau Literário Piracicabano: tem a honra de convidá-los para a homenagem à Monteiro Lobato ; o escritor que embala gerações de leitores em todo o Brasil. A poeta Cecília Meireles; considerada uma das mais importantes representantes da literatura modernista. E Rafael Wuolfgang Mattenhauer; suas obras abordam temas variados como natureza morta, paisagens, abstracionismos e pintura sacra que é o seu forte.

No Teatro Municipal “Dr. Losso Netto na sala 2 na Rua Gomes Carneiro, 136 - Piracicaba-SP

Horário: 19h30 às 21h30


Ingresso: Gratuito (limite 100 lugares)

Classificação: Livre
































































quarta-feira, 8 de julho de 2009

Deus é um delírio na Festa Literária de Paraty




Deus é um delírio!?

Ana Marly de Oliveira Jacobino




Richard Dawkins : O britânico Richard Dawkins, biólogo e autor de 'Deus, um delírio' e 'O gene egoísta', esteve na quinta-feira (2) na Flip, em Paraty. Dawkins defendeu com palavras contundentes e deu a sua opinião sobre o trabalho de pesquisa de Charles Darwin, e o citou, como um visionário e criticou as versões religiosas para a origem do mundo. Do seu livro Evolução afirma:

“A evolução não é o ser humano no topo da árvore. Comecei o livro “Evolução” de trás para frente, tem o formato de uma romaria para chegar até a origem da vida. A história da evolução da vida é colocada na boca de um romeiro”.
Richard Dawkins mira e atira em todas as religiões, e usa a palavra "Deus" mais como uma alegoria. O autor vê a religião como uma espécie de neurose coletiva, fruto de uma debilidade intelectual que, além de inibir, coíbe o desenvolvimento científico.


Deus é um deliro, afirma, pois fomos educados a não criticar a religião. Acredito que a pessoa tem fé e conforto na religião, isto sem dúvida, e uma falácia, não é porque a pessoa se sente bem, isto de fato, pode ser real. Não podemos dizer que exista uma justificativa para ler o meu livro, se for assim não o leia.
É necessário ler a Bíblia como uma literatura, e, assim estudar a Bíblia em todo o seu contexto como história. A história por trás das grandes histórias ficcionais bíblicas precisa ser conhecida.


O mito da origem é surpreendente porque muitas pessoas acreditam que o mundo foi criado há 6000 anos. O número de pessoas influenciadas pelo pensamento religioso nos EUA é forte, e , além disto acham que devem passar adiante, o pensamento da criação do mundo para poder criar uma nação cristã, ortodoxa, ou protestante, seja lá como for, suas ações ultrapassam seus cultos, assim chegando inclusive, a interferir no currículo escolar ao lutar pela retirada do ensino da teoria da evolução de Darwin, substituindo-a pelo criacionismo do design inteligente de Deus.

O mais hilário, e trágico de todo este contexto fanático é ver como os religiosos negam veementemente a teoria da evolução de Darwin, que foi testada ,através do método científico, mas aceitam em seus lares a luz elétrica, a geladeira, a televisão, o computador, andam de carros, confiam nos celulares para se comunicar e assim por diante. O método é o mesmo que domina as várias cadeiras da pesquisa científica. Mas, a teoria que bate diretamente com sua crença é negada.

Os que conhecem Richard Dawkins só por ser “o maior ateu do mundo” e também as suas batalhas com os religiosos podem pensar que se trata de um homem agressivo e amargo. Mas, como mostram algumas passagens de seus livros, o biólogo evolucionista britânico sabe conversar com humor e clareza na sua participação na Flip para defender por que não tem motivos para acreditar em Deus.

O mediador da mesa o jornalista Silio Bocannera questiona:

_O senhor não acredita em vida após a morte? Qual é o objetivo da vida?
Dawkins responde sem pestanejar:

A propagação do DNA. Mas, as pessoas devem a acreditar nos seus objetivos, e devem aproveitar a vida porque esta é a única vida que vamos ter. É um desperdício terrível viver a sua vida pensando no que vem depois. Não desperdice a vida, pois é a única que vai ter.

A idéia de que somos morais porque acreditamos na vida após a morte, e com isso, vamos ao céu, isto é um motivo amoral para ser moral.

Outra pergunta foi a seguinte: E se você encontrar Deus depois da morte.

Primeiro eu diria: que tipo você é? Um deus grego, um deus asteca, um deus nórdico...? Logo ele repetiu uma passagem citada em "Deus, um delírio", uma frase do filósofo Bertrand Russell, para responder a mesma questão: "Não havia provas o suficiente, Deus, não havia provas o suficiente!"

A ciência confirma Darwin, pois ele era futurista. Ele acertou quase tudo só errou na genética. Na sua época pensavam a genética como uma mistura e assim obtinha uma intermediação, a genética como Mendell mostrou não há misturas, a genética é particulada.

O livro, Cara Leitor, não influencia ninguém a luta, mas mostra com clareza à realidade que vemos hoje em dia. O livro é um alerta, de um homem da ciência, centrado, calmo e pacífico, afirmando, que devemos nos preocupar com o que acontece à nossa volta. E nesse ponto o pensamento religioso é pernicioso, ultrajante e até imoral, pelo menos para nós que cremos na razão. Mas, se ninguém tem razão definitiva, basta que nos coloquemos em pé de igualdade com o outro lado. Dawkins mostra isto através da ciência!

Deus - Um Delirio :Autor:
DAWKINS, RICHARD;Tradutor: RAVAGNANI, FERNANDA; Editora: COMPANHIA DAS LETRAS; Assunto: CIÊNCIAS/FILOSOFIA E HISTÓRIA
















O livro: 'Deus, um delírio' de Richard Dawkins









O britânico Richard Dawkins, biólogo e autor de 'Deus, um delírio' e 'O gene egoísta', esteve na quinta-feira (2) na Flip, em Paraty.






Ruas históricas com calçamento "pé de moleque ".





O fotógrafo Marcelo no exato momento do clik.







Ana Marly, Lucila, Carmelina e Alexandre nos braços dos bonecos na praça de Paraty.