segunda-feira, 27 de março de 2017

Seu nome é Dolores...

Dolores Duran (1930-1959), a cantora e compositora que legou à música popular brasileira sucessos como: A Noite do Meu Bem, Por Causa de Você e Estrada do Sol, entre outras canções, foi uma mulher muito à frente de seu tempo. Mesmo tendo cursado apenas o então curso primário, a carioca Adiléia Silva da Rocha era bem informada, culta, politizada e autodidata em idiomas.
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## Uma letra para ficar na história da poesia romântica...
A Noite do Meu Bem
Dolores Duran
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo
E quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda pureza que eu quero lhe dar.
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Em sua imersão na vida da artista, o autor fez várias descobertas. “Ela era intelectual, lia os grandes pensadores, escritores e poetas estrangeiros, alguns no idioma original. Era também politizada – chegou a ser simpatizante do PCB”, revelou. O bom gosto na escolha do repertório, muito acima da maioria dos intérpretes da década, também chamaram a atenção de Faour. “Não é pouco para alguém que morreu de enfarte aos 29 anos”, disse.

Ouça: Dolores Duran - Fim de Caso_ 
https://www.youtube.com/watch?v=rOOvsZRfdoU

quarta-feira, 22 de março de 2017

Mistério...

CONHEÇA UM POUCO DESTA MULHER GENIAL_Agatha May Clarissa Miller... -Deu-se em 1920 a publicação o seu livro de estréia, "O Misterioso Caso de Styles", protagonizado pelo detetive belga Hercule Poirot, que se tornaria um dos mais famosos personagens de toda a história da literatura. Em 1934, foi lançado o célebre romance "Assassinato no Expresso do Oriente", depois transformado num filme de grande sucesso. Na década de 1930, a abundante produção literária de Agatha Christie se consolidou junto ao público.
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Nos mistérios de Agatha Christie (1890 — 1976), o mordomo nunca é o culpado. Os livros da escritora inglesa são conhecidos por suas tramas elaboradas e pelos finais surpreendentes. No seu livro O Assassinato de Roger Ackroyd (1925)
Na vila de King's Abbot, o detetive Hercule Poirot conta com a ajuda do Doutor Sheppard (narrador da história) para solucionar o mistério do assassinato de Roger Ackroyd, morto ao tentar descobrir quem havia chantageado sua amante a ponto de fazê-la cometer suicídio. Primeiro grande sucesso de Agatha Christie, também é considerada a sua obra-prima por ter um desfecho surpreendente e controverso que desprezou as convenções vigentes do romance policial.

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um POUCO DE poesia:
Fuego_ Ana Marly de Oliveira Jacobino
serve na bandeja
verão tropical
porção de areia
movediça... visão!

tentação anfíbia
relincha ventania
loira, ruiva, morena
visão... sensorial !

rocambole de rolo
salvação cristalina
dançante pecadora
Luz del... Fuego!

Poesia dedicatória para todos os meus amigos, parentes...
., neste momento de grande tribulação que passo em nome do meu companheiro para todos os momentos, meu marido Durval Jacobino. 
Ela foi precursora do vegetarianismo ...
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Dora Vivacqua nasceu em Cachoeiro do Itapemirim no Espírito Santo, em 1917. Foi musa do poeta Carlos Drummonde de Andrade, que conheceu durante a infância em Minas Gerais. Enquanto seus irmãos tornavam-se políticos famosos, Dora apresentava-se como dançarina/vedete em circos e teatros. Foi nesta época que adotou o nome Luz Del Fuego, tirado de uma marca de batom argentina. Uma viagem para Europa despertou Luz para o naturismo e o vegetarianismo. Criou na "Ilha do Sol" o primeiro Clube de Naturismo do Brasil. Morreu, brutalmente assassinada, em 1967.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Você precisa SABER:

Minha lembrança feito tributo:


Lota de Macedo Soares (Paris, 16 de março de 1910 – Nova York, 25 de setembro de 1967), paisagista e aristocrata carioca. Uma personagem marcante da vida carioca nos anos 50 e 60, que mudou a paisagem do Rio de Janeiro, convenceu seu amigo Carlos Lacerda, recém-eleito governador do Estado da Guanabara em 1960, a fazer no aterro do Flamengo o mais espetacular parque urbano do lado de baixo do Equador. “Deve ser um Central Park para os cariocas”, dizia “Lota”, como era conhecida pelos amigos. Para tocar o projeto, sugeriu seu próprio nome.
Lota não era mesmo uma milionária comum. Ela dividia o mesmo teto com Elizabeth Bishop, uma das maiores poetas americanas do século 20. Durante quinze dos quase vinte anos em que Bishop permaneceu no Brasil, elas mantiveram uma relação marcada pela paixão e pela tragédia.
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Resultado de imagem para foto do parque do flamengoAntes mesmo de enfrentar a tarefa de erguer o Parque do Flamengo, Lota, que se suicidou em 1967, já agitava a vida do Rio de Janeiro. Era a ovelha negra de uma família tradicional que em plenos anos dourados só usava calças compridas e camisas masculinas. Era culta e simpática, conhecia as pessoas certas e tinha energia. À frente do parque, cuja execução se arrastou por anos a fio, tornou-se um galo de briga, capaz de passar pitos inesquecíveis em Carlos Lacerda e ir ao presidente Castelo Branco, para afirmar suas ideias.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Angelica Freitas é uma poeta brasileira

A poeta e tradutora brasileira Angélica Freitas foi premiada. Seu livro Rilke Shake foi escolhido como melhor trabalho original internacional de poesia publicado nos Estados Unidos no ano de 2016. A entrega do prêmio foi feita nos Estados Unidos.
O prêmio BTBA (Best Translated Book Award, melhor livro traduzido) também conta com a categoria ficção, conquistado pelo escritor mexicano Yuri Herrera, com a obra Signs Preceding the End of the World, traduzida do espanhol por Lisa Dillman.

Esta premiação contempla, além do autor, com US$ 5 mil, o tradutor, com o mesmo valor. O livro de Angélica foi traduzido por Hilary Kaplan. Lançado em 2007, o Best Translated Book Award é promovido pelo Three Percent, programa da Universidade de Rochester, nos EUA, voltado para tradução de obras literárias.
Na mesma premiação, a coletânea de contos da escritora Clarice Lispector The complete stories (Todos os Contos) ficou entre os 10 finalistas dos 570 trabalhos de ficção e poesia publicados nos EUA em 2015.
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FAMÍLIA VENDE TUDO _Angelica Freitas é uma poeta brasileira
família vende tudo
um avó com milito uso
um limoeiro
um cachorro cego de um olho
família vende tudo
por bem pouco dinheiro
um sofá de três lugares
três molduras circulares
família vende tudo
um pai engravatado
depois desempregado
e uma mãe cada. vez mais gorda
do seu lado
família vende tudo
um número de telefone
tantas vezes cortado
um carrinho de supermercado
família vende tudo
uma empregada batista
uma prima surrealista
uma ascendência italiana & golpista
família vende tudo
trinta carcaças de peru (do natal)
e a fitinha que amarraram no pé do júnior
no hospital
família vende tudo
as crianças se formaram
o pai faliu
deve grana para o banco do brasil
vai ser uma grande desova
a casa era do avó
mas o avó tá com o pé na cova
família vende tudo
então já vii
no fim da quinhentos contos
pra cada um
o júnior vai reformar a piscina
o pai vai abrir um negocio escuso
e pagar a vila alpina
pro seu pai com muito uso
família vende tudo
preços abaixo do mercado
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ANGÉLICA FREITAS nasceu em Pelotas, 1973 é uma poeta e tradutora brasileira. 
february mon amour

janeiro não disse a que veio 
mas fevereiro bateu na porta 
e prometeu altas coisas
'como o carnaval', ele disse.
fevereiro é baixinho,
tem 1,60 m e usa costeletas
faria melhor propaganda
do festiva) de glastonbury.)
pisquei ligeira nas almofadas:
'nem tô, fevereiro
abandonei o calendário'.
'você é um saco', ele disse
e foi cheirar no banheiro.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Wisława Szymborska

Wisława Szymborska (Kórnik, 2 de julho de 1923 — Cracóvia, 1 de fevereiro de 2012) foi uma escritora polaca galardoada com o Prémio Nobel na área de literatura (1996). Poetisa, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia, onde se formou em Filologia Polaca e Sociologia pela Universidade Jaguellonica. A sua extensa obra, traduzida em 36 línguas, foi caracterizada pela Academia de Estocolmo como «uma poesia que, com precisão irônica, permite que o contexto histórico e biológico se manifeste em fragmentos da realidade humana», tendo sido a poetisa definida, como «o Mozart da poesia»
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EXEMPLO_ Wisława Szymborska
O vendaval
à noite arrancou todas as folhas de uma árvore,
menos uma,
deixada
para balançar só num galho nu.
Com este exemplo
a Violência demonstra
que sim –
às vezes ela gosta de se divertir.
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Quando o jornalista quis saber por que ela não publicou mais que 350 poemas ao longo de sua vida, Wisława Szymborska respondeu: “Eu tenho uma lixeira na minha casa.” E ainda: “Eu escrevo à noite. De dia, tenho o hábito irritante de reler o que escrevi para constatar que há coisas que não suportam sequer o teste de uma volta do globo.” (Revista Piauí)
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Retornos, poeta polonesa Wislawa Szymborska
Tem uns quarenta anos, mas não agora.
Existe — mas só como na barriga da mãe
na escuridão protetora, debaixo de sete peles.
Amanhã fará uma palestra sobre a homeostase
na cosmonáutica metagaláctica.
Por ora dorme, todo enroscado.
## Aqui o filho, um pesquisador angustiado, na véspera de uma palestra, que, no momento de crise, é como um feto exilado da barriga da mãe, de extrema fragilidade e, ao mesmo tempo, sobrevivente ao exílio.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Motivando...

Aqui estou para agradecer os Amigos, Familiares,  Profissionais da Saúde soldados do bem , sempre ao meu lado nesta recuperação tão dolorida...aqui vou publicar alguns poemas feitos no leito hospitalar como prova de agradecimento...
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Inspiração Cabalística (noturna)--Ana Marly De Oliveira Jacobino
Venhas
Venhas estar comigo
nesta feira -livre
das meias verdades!
Venhas
Venhas gritar bem alto,
verborrágico pregão festivo
da casta caridade!
Venhas
Lançar suas vontades,
real, domínio público
lobo, que não és...
carnívora sociedade!
Venhas...
Venhas xispar vestimentas,
sobrevoar as caatingas,arrancar os espinhos...
Venhas...
Ficar nú...
ronronar inspirações...
Venhas...
amante shakespiriano
vestir-se da simplicidade!
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Uma permissão especial...

para o Agenda Cultural Piracicabana, pois, vou passar por uma cirurgia e uma recuperação demorada em que não poderei estar espalhando palavras poéticas e novidades para VOCÊ, Caríssimo Leitor! Agradeço por todos estes anos espalhando a Cultura através deste blog e do Sarau Literário Piracicabano. Até logo! Ana Marly de Oliveira Jacobino
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FelinaAna Marly De Oliveira Jacobino

Virou a página!
Visitou outros lugares...
Outros nomes...
Outras paixões...
Outros pomares...
Abraçou outros homens
sem escolher cor da pele,
sem escolher credos,
sem escolher data cronológica!
Deitou-se em outras camas...
Aninhou seu corpo trêmulo
aromatizado no ensejo

 do desejo...
Deixou os gatos de Hilda Hirst
miarem obscenidades
pornô -eróticas...
dentro dela..
miar no seu interior frígido
carne e sangue
mimetizados em carmim!
Corpo sequioso por braços amáveis,
acovardados pelo medo
carniceiro da morte dos prazeres e sentires...
Vou acender um cigarro, eu, que não fumo...
para anovelar as palavras inspiradas
nas dores de Hilda,
convulsionadas por seus castos amores
Réquiem dos pudores puros e sujos...
Desbocados
Deslocados...
Através da sua morte ...
Através da minha poesia!

## Dedico esse poema para "VOCÊ", Leitor da Agenda Cultural Piracicabana

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Um tempo para Poesia...

Ofereço para a minha Professora do Ensino Fundamental D. Rosélis... eu admirava suas mãos escrevendo no quadro negro.... e sonhava! Ana Marly De Oliveira Jacobino
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Esmalte vermelho _ Ana Marly De Oliveira Jacobino

Palavras escritas... 
multiplicam-se
pelo quadro negro...
Na ponta dos dedos
esmalte vermelho
transgressor ...
colore o vazio!

Olhos de infância
acha belo e misterioso
as veias azuladas
feito caminhos
longilíneos
ressecados...
cavados nas mãos!

Sentada na carteira escolar
Invento histórias
refletidas no esmalte vermelho
das mãos da professora!
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Sobre os pés calçados
repingam cristais de gelo
últimas gotículas fluídas
pela pseuda eternidade!
Urro visceral
cava o medo
gotícula ditatorial
criada pela emoção!
Sobre o corpo gelado
ao duro golpe do vento
o macacão camufla
a floresta no céu!
Urro visceral
regorgita alegria
contamina a vida
substrato da paixão!
Num primeiro salto
múltiplo, radical...
no organismo cósmico,
carregado pelo paráquedas!

sábado, 7 de janeiro de 2017

Mar...ó mar...

Para todos os Leitores da Agenda Cultural Piracicabana a quem dedico este poema ... vai lá e me ajuda a buscar no mar português a minha ancestralidade... os meus amores e as minhas dores... Ana Marly de Oliveira Jacobino
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Cantiga ao meu “Mar”- Ana Marly De Oliveira Jacobino

E o mar me fascina ... 
mesmo, ao longe sinto sua força
cá dentro de mim...
Saliniza minhas lágrimas
revisitando minha vida
no ir e vir das suas ondas...
numa busca infindável
por tesouros!
Saliniza minha vida
tão repleta de amores e dores...
tão repleta de alegrias e tristezas..
neste mar contido no mais belo olhar
carregado pelo vento boroeste...
navega meu coração lusitano,
navega meu coração caipiracicabano!
Invade minhas praias, ó mar...
cobre meus pés de corais...
transeunte que és desta alma
repleta de alegria e maresia!
Leva-me por caminhos inexplorados
ainda pelo inconstante vento..
leva-me por suas marolas, ó mar...
versejar para as sereias!
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Uma homenagem a cantora portuguesa que aprendi a amar desde a infância pelo cantar de meu pai: 
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Amália Rodrigues na bela interpretação de  Barco negro:

https://www.youtube.com/watch?v=-GEaa9QGOd4



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Praga..., que praga é esta!?

Praga..., que praga é esta!? Ana Marly de Oliveira Jacobino

As pragas urbanas proliferam provocando danos à saúde dos habitantes das cidades mostrando sua voracidade, sem discriminação (conhece-se pelo nome de praga a irrupção súbita e multiplicadora de insetos, animais ou outros organismos de uma mesma espécie, que, provoca diversos tipos de prejuízos, por exemplo, as doenças) estão nos barracos, apartamentos e nas casas dos condomínios de alto luxo. É no acumulo do lixo que elas se sentem em casa!  O homem é o maior causador do aumento das pragas nas cidades, pois, além de, proporcionar a oferta de alimento e abrigo para elas, fazem da falta de higiene, o crescimento desordenado das mesmas, literalmente, por todos os cantos...
Tive a visita do controlador de pragas da empresa contratada pela Prefeitura do Município de Piracicaba, aqui no bairro nesta semana. Durante o ano eles vieram várias vezes para informar, inspecionar e fazer um diagnóstico sobre: como estamos cuidando dos nossos quintais (Santa Cecília, Jardim Brasília...), durante a inspeção de ontem fui informada das dificuldades dos funcionários da empresa prestadora do serviço com os cães, e, com as pessoas que, barram a entrada dos mesmos nas residências! Deste modo, casos de dengue já foram constatados por aqui!
Existe uma campanha de conscientização veiculada em território nacional pelos órgãos públicos, como, também, sabemos da responsabilidade para o combate da Dengue feita pelos mesmos, contudo, a população precisa fazer o seu papel com medidas de grande importância para a redução e, talvez, a erradicação desta doença no nosso país! O mosquito da dengue (aedes aegypti) se reproduz em qualquer lugar que houver condições propícias (água parada limpa ou pouco poluída). Por isso, o trabalho dos técnicos em monitorar a infestação dos mosquitos em toda a região da cidade!
Espero que não falte verba para a continuidade do trabalho desenvolvido pelo Centro de Controle de Zoonoses, e, dos funcionários da empresa prestadora de serviços nas operações de campo, ou, nos laboratórios! Nestes 2017, almejamos uma população ativa no seu papel no combate do mosquito transmissor das doenças eliminando de vez seus criadouros.
 Feliz 2017 para todos sem dengue, chikungunya e zika ! Vamos levar a sério o nosso papel de limpeza contra o criadouro do aedes aegypti!

Ana Marly de Oliveira Jacobino
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Sarau Festivo em Poços de Caldas

Sarau Literário Piracicabano se sente honrado em estar participando deste 12º Sarau Literário Festivo em Poços de Caldas, evento este, realizado por Juraci Toricelli e Ondina Toricelli (com a colaboração de Sheyla Toricelli  e Alessandro Toricelli, e demais membros da sua família) .
Agradeço a todos os amigos aqui presentes e que sempre somam alegria, arte, amizade e gentileza e nos esperam de braços abertos, obrigada!

Obrigada, Poços de Caldas!
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Nosso anfitrião o poeta Juraci Toricelli
## Para sonhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. __Carlos Drummond de Andrade_ (1902 - 1987) foi um poeta brasileiro, também cronista, contista e tradutor. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.
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A anfitriã a poeta Ondina Toricelli
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Coral Santa Luzia e a sua mascote a menina Laura no Sarau Festivo em Poços de Caldas
Leite, leitura
letras, literatura,
tudo o que passa,
tudo o que dura
tudo o que duramente passa
tudo o que passageiramente dura
tudo,tudo,tudo
não passa de caricatura
de você, minha amargura
de ver que viver não tem cura


Paulo Leminski_ nasceu em Curitiba, Paraná, no dia 24 de agosto de 1944. Paulo Leminski tornou-se conhecido por ter inventado seu próprio jeito para escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares.
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espírito natalino_ Ana Marly de Oliveira Jacobino

 espírito de natal...
só se ouve falar nele
ou, seria, dele...
vestido de branco
vestido de dourado
vestido de vermelho...
tudo se transforma
nada se modifica
muita badalação
pouca celebração...
num galho de azevinho
ele está
num pedaço do céu
ele está
num canto de passarinho
ele está
num piscante vagalume
na minha dor
ou, na dor do meu vizinho...
espírito de natal, enfim,
 livre, leve, solto
plagiando a canção
ou não...
por aí, por aqui...
num canto do hospital
numa rua deserta
numa cena do presépio
longe da badalação!
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Magia pura magia...

sábado, 31 de dezembro de 2016

2017 ...venha!

A união carrega a força da alegria e fomenta a prosperidade...Feliz Ano Novo!Ana Marly De Oliveira Jacobino

Momentos vividos e revividos pelo Sarau Literário Piracicabano
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Você já foi a um...; então vá!

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Tempo de Magia_ Dulce Ana da Silva Fernandez
Pendurada no varal da saudade
Uma gota irisada de chuva
Enigma, sons misteriosos
Cheiro doce de presépio de Belém
Neste presépio, sombras passeiam
Entre figuras santas, imutáveis
Recordações de outros tempos
Passados, tão longe...
E, nos meus lembrares
Escuto o cantar do galo
Sinto cheiro de poeira de estrelas
E anjos entoam músicas celestiais
A natureza canta: É Natal! Jesus nasceu.
* Publicado no Caderno do Sarau Literario Piracicabano de 06 /12/2016
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Do traço que revela a alma-Carmen Pilotto

“A arte da grafite é acima de tudo, a arte da cidade e do público que nela vive” _ Profa. Maria Antonia Ramos – PUC SP

Imagens rupestres registraram fatos
E delinearam histórias a posteriori
revelando quadro a quadro o Homo sapiens

O mundo evoluiu e cidades se soergueram
Altaneiras, opressivas e acinzentadas

Os traços migraram aos muros
Viadutos e passarelas
Não em registros factuais
Mas nos protestos consensuais

Espaços ociosos começaram a gritar
Sangrentas vozes das dores
Bizarros circos de horrores
Marcas dos conflitos urbanos

Cenários da crueza das nuas ruas
E de uma vultosa transgressão dos valores
Que aflora na marginalidade
E revela a arte das periferias

E mesmo nas estampas atraentes
Resquícios de um consumismo extremo
Pulsando no coração humano
Guerra do poder manipulador
Camuflagem do valor intrínseco do produto

Vezes outras
O colorido tinge de sorrisos
Pedaços de muros carcomidos
Tonalizados de multicores almas
Que não se cabiam em si
E precisavam sair as ruas
Num bailado de vivacidade e magia

Rituais místicos que se perpetuam
Da era paleolítica à contemporânea...
* Publicado no Caderno do Sarau Literario Piracicabano de 06 /12/2016
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Sarau (nanoconto lítero-musical) _ Ana Marly de Oliveira Jacobino

"Um sarau sempre é marcado pelo ritmo, ora, cadenciado de uma poesia a ser declamada, ora, rápido, através da música..., tudo tão envolvente que vivemos momentos de pleno orgasmo com o universo!"



domingo, 18 de dezembro de 2016

Ultimo Sarau Literário Piracicabano

O Sarau Literário Piracicabano agradece a todos os amigos, colaboradores, participantes... nossos impulsionadores nestes quase 13 anos de trabalho voluntário em prol da Arte como um todo! Um tempo vai ser necessário para direcionar o rumo do barco da vida contra ventos e temporais... Tantos trabalhos e homenageados foram vistos, conhecidos, resgatados nas nossas publicações, não é mesmo?
Agradecendo essa força maior que me impulsiona mesmo nos vendavais da vida! Desejando a todos as bênçãos natalinas num festejar de alegria e saúde para 2017.
Que vença a alegria da arte e das palavras abençoadas para podermos retornar um dia... Quem sabe!?
Salve o Sarau Literário Piracicabano!

Ana Marly de Oliveira Jacobino


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Jogral de Natal com  Lurdinha Piedade, Marina Assato, Aurea Squerro e Márcia Onofre
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No palco a Orquestra Piracicabana de Viola Caipira e da Orquestra de Viola Caipira “AS PIRACICABANAS” regida por Marcela Costa

## O homem é sempre uma criança. O tempo jamais a consome. Em nossa caminhada estaremos sempre refazendo o mistério que (às vezes) a vida desfaz. Seguimos, sempre, remontando o curso da vida, abrindo as janelas do quarto onde dorme a criança interior, só para voltar ao arrepio do tempo e desatar todos os nós que escondem as coisas luminosas que trazem beleza à vida. (Beto Furlan)
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O som inesquecível  da viola_ Ana Marly de Oliveira Jacobino
 Faça como o velho marinheiro, que durante o nevoeiro põe seu barco devagar! Paulinho da Viola
 Paulinho poderia ser bancário, marceneiro, mecânico, contudo, jamais deixaria de tocar violão! Ele reverencia nomes inesquecíveis ligados ao samba, sempre! Donga, Ismael Silva, Noel Rosa, Ary Barroso, Paulo da Portela, Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Kéti (esse era grande, ele afirma), Elton Medeiros, Candeia, Wilson Batista, Geraldo Pereira, Monsueto Menezes, Dona Ivone Lara...  Paulinho é assim um eterno agradecido a suas raízes melódicas, carrega elogios para todos... um homem carinhoso e bom!
Paulinho da Viola desenvolve o aspecto harmônico do samba, aproximando-o ao choro!
 Para o pesquisador Pedro Alexandre Sanches : “Paulinho da Viola faz com samba e choro, o que a bossa fizera com samba e jazz, elaborando uma renovação que não desprega em nenhum momento o olho da tradição.”
E a viola celebra o tempero em suas mãos, rio-abaixo, serra-acima, quatro pontos, cebolinha... tudo bem afinado e temperado nas suas execuções! Marcela Costa leva a cura para todos os males! Como resistir a tristeza ao ouvir um cateretê riscado nas cordas da  viola?
São Gonçalo do Amarante (santo português) dizia:
 “A viola possui o poder de curar as doenças quando tocada em romarias!”
Marcela e Paulinho carregam este poder de cura em suas mãos! Então, vamos ouvi-los!
"Viola, minha viola,
foi feito de jacarandá,
quem tocá esta viola
vai no céu e torna vortá"
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Claudio Visockas Costa...

 Estamos aprendendo a viver sem a sua presença bondosa, sem a sua intelectualidade tão franciscana.... Difícil jornada a nossa de não abraçá- lo e não ouvi-lo mais, Claudio Visockas Costa...


No murmúrio... Ele estava!  Ana Marly de Oliveira Jacobino

“Ouviu-se o murmúrio de uma brisa ligeira, então, Elias cobriu o rosto e escutou a voz de Deus”

Choramos a perda de um homem integro inteligente, amoroso, humilde... Dedicou a sua vida para a Arte e o estudo da Genética... Amável e abnegado..., um anjo vestido de humano, que, passou a vida semeando o bem!
Desde a minha infância aprendi a ter uma grande admiração por Cláudio Visockas Costa, seu rosto sempre iluminado por um sorriso largo, transpunha as barreiras impostas a cada novo dia! Tinha pelos livros e pela música uma paixão, arrebatadora! A vida o colocou várias vezes preso ao labirinto do Minotauro para ser devorado pelo monstro, porém, antes de ser fechado na escuridão para lutar com a fera, ele, tinha nas mãos o presente conquistado por sua bondade e inteligência, um rolo de fio que, uma vez desfiado pelo percurso em direção ao Minotauro, depois de ganhar a luta, poderia conduzi-lo pelo caminho de volta... Deste modo, Cláudio Costa foi galgando os mais significados postos acadêmicos, suas pesquisas por um longo tempo, dentro e fora do Brasil na área da Genética, o premiou como: Chefe de Departamento da Genética da Unesp!
Incansável fez da “Arte” seu vício! Foi Diretor do Teatro Municipal Dr. Losso Netto (de outubro de 99 a dezembro de 2000) dedicando todos os seus momentos para os acontecimentos voltados a direção do mesmo, reconfigurando a tessitura da sua vida, a de vidas presentes encontradas pelo seu caminho!
Presenciei sua devota admiração, como, fiel escudeiro, a Cultura Artística de Piracicaba, na sua direção de 1999-2005! Fui sua aluna em diversos momentos da vida, em disciplinas diversas: Matemática, História da Música... Muitas vezes, adoentada, andava mais de quatro quilômetros naquele horário do sol causticante até a ESALQ para ouvi-lo! O presente maior era tê-lo ao meu lado no retorno para casa, embevecida por sua sapiência franciscana! Doava parte do seu tempo acompanhando estrangeiros de passagem por Piracicaba! Nunca vangloriou o dom que tinha por aprender línguas! Cláudio foi instrumento de alegria, amor, esperança, união, e luz!
Piracicaba perde um grande intelectual... O mundo perde um grande cientista! Que a sua bondade abrace a dor que sentimos pela sua perda... A falta de ouvir suas histórias nos faz mais pobres... A falta de ouvir sua voz de barítono nos corais e madrigais leva-me a confabular com você, leitor: a voz de Cláudio Visockas Costa, sempre foi uma brisa ligeira configurada a voz etérea!
“A Arte existe porque a vida não basta!" Ferreira Gullar.

Ana Marly de Oliveira Jacobino
 Coordenadora do Sarau Literário Piracicabano, prima  de Cláudio Visockas Costa

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Último Sarau Literário Piracicabano...

O Sarau Literário Piracicabano agradece a todos os amigos, colaboradores, participantes... nossos impulsionadores nestes quase 13 anos de trabalho voluntário em prol da Arte como um todo! Um tempo vai ser necessário para direcionar o rumo do barco da vida contra ventos e temporais... Tantos trabalhos e homenageados foram vistos, conhecidos, resgatados nas nossas publicações, não é mesmo?
Agradecendo essa força maior que me impulsiona mesmo nos vendavais da vida! Desejando a todos as bênçãos natalinas num festejar de alegria e saúde para 2017.
Que vença a alegria da arte e das palavras abençoadas para podermos retornar um dia... Quem sabe!?
Salve o Sarau Literário Piracicabano!
Ana Marly de Oliveira Jacobino


Sarau Literário Piracicabano
Local: Museu Prudente de Moraes - Centro                  Data: 06 de Dezembro de (terça-feira) - 19h30

Participação do Conjunto Caleidoscópio com  Carlos Roberto FurlanSuzi Christophe Furlan e Ana Lúcia Paterniani

Declamação, dança, esquete teatral e muito mais nesta noite líteromusical
Apresentação da CIA Pimenta de Teatro com Benedita GiangrossiLívia Foltran Spada
 
Homenageados – Marcela Costa (musicista) e Paulinho da Viola (cantor, musicista)
Coordenação: Ana Marly de Oliveira Jacobino
Resultado de imagem para foto de Marcela Costa de Piracicaba
Marcela Costa