segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Kenzaburo Oe; a escrita oriental deste Nobel aqui na Agend@!

«Não parece humano». O protagonista, Bird - alcunha que lhe deram deste novo -, é um homem nos seus vinte e muitos anos (mais ou menos como o próprio Oe na altura em que escreveu a obra) cuja mulher dá a luz um supostamente esperado bebê que se revela, já fora do ventre materno, um verdadeiro «monstro»: tem uma hérnia cerebral que lhe deforma o crânio ao ponto de parecer «ter duas cabeças». (Uma Questão Pessoal obra de Kenzaburo Oe)
            Kenzaburo Oe  nasce em Orse, na Ilha de Shikoku, sul do Japão, terceiro filho de uma família tradicional na linhagem samurai em 31 de Janeiro de 1931.
Kenzaburo Oé tinha apenas seis anos de idade, quando a Segunda Guerra Mundial rompeu no seu país, e a sua primeira escolaridade ficou marcada pelo fanatismo dos ideais imperiais nipónicos. O seu pai faleceu em combate no Pacífico em 1944. Perdeu também a sua avó nesse mesmo ano, ficando sob a tutela espiritual da sua mãe.
           Pouco tempo após a derrota do Japão, em 1945, Kenzaburo Oé ingressou numa escola secundária da cidade de Matsuyama. Revelando prestações exemplares, foi admitido em 1954 no curso de Literatura Francesa da Universidade de Tóquio, que concluiu em 1959.
            Inicia a sua vida literária como contista em 1957, com a publicação de Shisha No Ogori e, logo no ano seguinte, viu o seu primeiro romance, Memushiri Kouchi (1958, Não Matem O Bebé ), ser recompensado com o Prémio Literário Akutagawa.  Descrevendo o impacto da guerra sobre a mentalidade da juventude rural japonesa, Oé demonstrava claras influências por parte da literatura francesa sua contemporânea.
            Ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1994, ele demonstra em sua obra a relação de seus contemporâneos com o passado feudal do Japão, sua natureza e seus mitos.
            Estuda literatura francesa na Universidade de Tóquio. Entre os escritores que mais marcaram e influenciaram o  seu trabalho estão os franceses: Balzac e Jean-Paul Sartre, sobre o qual escreve uma tese ao final da faculdade.
           Sua ficção reflete a decadência do Japão tradicional no período pós-guerra, com a qual convive já adulto.
Seu trabalho mais conhecido no Ocidente é o livro "O Grito Silencioso", publicado no Brasil pela "Francisco Alves" em 1974. O livro conta a trajetória de um homem que, ao buscar conciliação com seu passado, depara com o passado de seu país, o Japão feudal.
O escritor tem publicado também no Ocidente "Narrativa sobre as Maravilhas da Floresta", "Dias Tranqüilos" e "Um Eco do Céu".
                                                      Cerejeiras do Japão
         No ano de 1964 o autor publicou "Kotjinteki Na Taiken" , obra em que procurava lidar com a tragédia pessoal que sobre si recaiu no ano de 1963, quando se tornou pai de uma criança com uma mal formação craniana congénita. Refletiu na obra a revolta de muitos japoneses sobre às consequências dos bombardeamentos atómicos de Hiroshima e Nagasaki na carga genética do seu povo, apareceu em 1964 com outra obra "Hiroshima Nooto" .
      Prémio Nobel da Literatura em 1994, Kenzaburo Oé nunca deixou de escrever, spresenteando os seus leitores com obras como Jinsei No Shinseki (1989), Boku Ga Hontu Ni Wakakatta Koro (1992) e Tsugaeri (1999).

Kenzaburo Oé. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

         As obras literárias mais antigas do Japão exercem influência até hoje. Uma delas é o Kojiki [Registro de casos antigos], texto em prosa que se acredita ser do ano 712. Outra é o Manyoshu, uma antologia em 20 volumes de poemas compilada por volta de 770. Contém cerca de 4.500 poemas de homens e mulheres de todas as profissões e idades, muitos anônimos. Os poemas são conhecidos por sua franqueza e simplicidade.
        O século IX foi um período em que os clássicos chineses foram a principal influên-cia. Depois, seguiu-se um período no qual os japoneses desenvolveram uma literatura própria. Taketori monogatari [A história do cortador de bambu], escrito por volta de 811, é considerado o primeiro romance japonês. Foi seguido por outras obras, como o Genji monogatari [A história de Genji], escrita por Murasaki Shikibu, por volta de 1010, romance em 54 volumes que descreve o amor e o sofrimento de nobres e suas damas, bem como a aristocracia japonesa nos séculos X e XI.  Duas maçãs, haicai de Matsuo Basho, maior nome desse tipo de poesia  A ascensão dos guerreiros aristocratas à classe dominante, a partir do final do século XII, fez popularizar os contos de guerra.
       No século XVII aparece uma  nova forma de poesia o haiku, poema de três versos e cinco, sete e cinco sílabas – conhecido como haicai no Ocidente –, que teve Matsuo Basho (1644-1694) como maior expoente.
                      Haikai (Ana Marly de Oliveira Jacobino)

                            BORBOLETA VOA

                                   POR SOBRE AS LANTANAS
                                           ROUBANDO BELEZA
               capa do livro: Uma Questão Pessoal - publicado em 1964
       O vigor da literatura japonesa contemporânea inspira-se em uma rica variedade de fontes, desde as influências clássicas da China antiga, passando pela diversidade do pensamento ocidental, até os valores duradouros de suas próprias tradições.

Jovens de um novo tempo, despertai! Kenzaburo Oe Companhia das Letras 304 págs.
fotos do google                     Poeta (Ana Marly de Oliveira Jacobino)

        E as palavras refletem a alma do “Poeta”, e, o leitor; este exímio decifrador do inexplicável, a apanha e a absorve, como se elas o possuíssem, como se elas tivessem alma própria.
        Amante, romântico, manipulador... o Poeta faz das palavras o seu objeto de desejo. Ora ele é um romântico sonhador, ora ele é um realista do cotidiano. A adaga que fere a alma é a mesma que limpa o peixe para o seu almoço, e, da mulher amada. Essa dualidade é o que inspira e concretiza as palavras em seu labor poético.
       O amor é retaliado e se torna visceral, comunicando as transformações de um cotidiano nú e crú em algo subjetivo, inexplorado! Olhar para a Via Láctea, que para muitos não passa de um aglomerado de estrelas, mas, para ele, ali, no céu em alto relevo, o Poeta vê a face da mulher amada em noite inspirada e inspiradora, e assim, louva o amor em toda a magnitude.
      O Poeta, também, é o profeta da modernidade, aquele que sem temer explora nos seus poemas as transgressões humanas. Dialoga, com o consciente mostrando o perigo da inconsciência. Não teme em escrever versos fortes pontuando os falsos valores que circulam pela sociedade moderna.
       Na prosa não se limita ao profícuo entrega-se no afã da escrita elaborada através do seu conhecimento sobre os assuntos que aborda. Suas crônicas são relatos do cotidiano ministrados com sabedoria.
       Você, Poeta: entrou na minha vida através das palavras e da sua escrita, Caríssimo Marcio JR, neste seu aniversário, além de desejar as bênçãos das palavras poéticas sobre você, escrevi estas poucas linhas para mostrar a sua importância nas vidas dos seus leitores.
       Feliz Aniversário, Caríssimo Amigo Márcio (da bela Curitiba); desta piracicabana que o admira. Ana Marly de Oliveira Jacobino

                                                                Convite:
foto de José de Alencar declamador e poeta -trovador                      
                         Sarau Literário Piracicabano (sarau do Samba)
Local: Teatro Municipal de Piracicaba


 Homenageados: Angenor de Oliveira (Cartola) sambista, compositor e José de Alencar declamador e poeta -trovador

Dia 15 de Fevereiro (terça-feira) Às 19:30 horas
Com a participação musical do REGIONAL DO SARAU LITERÁRIO PIRACICABANO
Aberto a todos que queiram participar
Entrada Franca (retirar na bilheteria do Teatro Municipal)
Como agradecimento publico o comentário do Poeta Márcio de Curitiba
                                     Ana, Ana.

Me colocaste na mesma postagem que o Kenzaburo e o Cartola? Será que mereço tanto, minha amiga?
Fiquei imensamente feliz com as homenagens que fizeste a mim. Seja lá no RL, seja aqui no Agenda, suas palavras são de uma importância inenarrável para mim. Tive a oportunidade de citar para mais alguns poetas o que direi a ti, neste momento.
É por demais gratificante quando um mero escrivinhador recebe o reconhecimento de pessoas importantes para as artes, de pessoas que são seus ídolos, de pessoas que ele admira. Já te falei várias vezes e morrerei repetindo. Tenho uma admiração enorme por você, e te considero minha Poetiza de Marca Maior. e receber qualquer linha que venha de você, é um enorme presente.

Grato, Aninha. Queria que as pessoas tivessem, no mínimo, um milésimo dessa tua bondade e carinho.


Bjs, minha querida Poetisa.
Marcio

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Carmen Conde escritora e primeira mulher na Academia Real Espanhola aqui na Agend@!

"A poesia é o sentimento que sobra ao coração e sai pela mão." (Carmen Conde)

                  Carmen Conde Abellán nasceu em Cartagena , 15 de agosto de 1907 e faleceu em Madrid28 de janeiro de 1996 ) foi uma professora, poeta, ensaista,  e contadora de histórias
                  Carmen nasceu em Cartagena na Colômbia (fotos google)

No ano de 1927, conheceu o poeta Antonio Oliver Belmas e formalizou as suas relações. Ela publica  Ley: (entregas de capricho) , e  em 1928 a Obra en marcha: diario poético , las minorias na revista de Juan Ramón Jiménez .
 Ela publica em Direito: (fornecimento de fantasia),em 1929 escrive sua grande obra, Brocal , terminando seus estudos de Magisterio en la Escuela Normal de Albacete no anode 1930.
Antonio Oliver Belmas (marido de Carmen Conde)  nasceu em  29 de janeiro de 1903 , em Cartagena . Poeta, crítico literário e historiador da arte espanhola, pertencente à Geração de 27 . Morreu 28 de julho de 1968
 Sua infância foi passada em Melilla e mais tarde estudou e recebeu a sua Licenciatura em Filosofia e Letras.
Com o nome de Florentina del Mar escreveu  varios livros de prosa na literatura infantil. Foi a primeira mulher espanhola a conquistar um posto na Real Academia Española.


 Cartagena (Colômbia)
                                      Infinito (Carmen Conde)

 Você vive na madrugada.
As aves vão aplaudir.
 Túnicas de pássaros
você tirou a alegria.
Que aurora, que exaltar!
 Em sua luz nobre!
Eu a ouço pela manhã e à noite
 porque você é como uma vela,
 porque você é como um cervo.
Você sente que você gosta
de cheirar os rosas e ai ...
A dor nos joelhos, apertou
E uma brisa fresca como uma cotovia,
você começa a jogar nas minhas feridas ...
Ser uma mulher , o inefável
sensibilizada derrete em meus braços!

 Nos últimos anos de sua vida entre 1992 e 1996, vivendo em uma residência em Majadahonda ( Madrid ). Em setembro de 1992, redigido um testamento legando a cidade de Cartagena , sua cidade natal, todas as obra literária dela e de seu marido.( http://es.wikipedia/)
 Primeira grande publicação de Carmen (fotos google)
 Melilla, cidade onde Carmen passou a sua infância é considerada como uma janela de dois continentes, África e Europa, destaca-se a diversidade cultural: vivem em completa harmonia os cristãos, muçulmanos, judeus, ciganos e hindi, que conservam a sua identidade, por exemplo, através de seus templos.

 Melilla: uma cidade, dois continentes. A cidade autónoma espanhola (nascida no século VII aC), localizado no norte da África, o Mar Mediterrâneo. Salienta o seu património arquitetónico, com o estilo Art Nouveau (cerca de 900 prédios refletem isso), que, juntamente com o Barcelona é o melhor exemplo.

 Praça de Madri (Espanha)

                                              Amante (Carmen Conde)
É igual a rir de uma campanha:
 sem ar, nem ouvem, nem sabem o que você cheira.
 Com o gesto que você passa a noite em seu corpo
e eu claro: eu sou você para a vida.
 Não apenas seus olhos, são cegos
Não me conhece, ninguém sabe o que é seu
esta ausência mortal que dorme na minha boca,
quando a voz que clama no deserto de lágrimas.
Jovem atira louros na frente dos outros,
 esbanjando amor e conforto da alma.
Tudo é luz e passando onde as crianças nascem,
 e a terra é verde e as flores é um paraíso.


Só você e eu (uma mulher ao fundo )
Esse cristal é maçante sino quente
acreditamos que a vida ... a vida
 pode ser amor, quando o amor é bebido;
  sem dúvida, o sofrer, quando você está feliz;
 é leve, segura, porque temos os olhos.
Mas, rir, cantar, sem tremer
desejo ser muito mais do que a vida ...?
 Não. Eu sei. Tudo é uma coisa que eu sabia
 e, portanto, para você, fique o mundo.

Sarau Literário Piracicabano (sarau do Samba)

Local: Teatro Municipal de Piracicaba
Homenageados: Angenor de Oliveira (Cartola) sambista, compositor e José de Alencar declamador e poeta -trovador


Dia 15 de Fevereiro (terça-feira) Às 19:30 horas
Com a participação musical do REGIONAL DO SARAU LITERÁRIO PIRACICABANO
Aberto a todos que queiram participar
Entrada Franca (retirar na bilheteria do Teatro Municipal)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O fantasma da ópera a obra literária que virou filme e peça teatral aqui na @genda!

O fantasma da ópera (Le Fantôme de l'Opéra ) é um romance francês escrito por Gaston Leroux, inspirada no livro Trilby de George du Maurier. Publicada pela primeira vez em 1910.
O fantasma da ópera é considerada por muitos uma obra gótica, por combinar romance, horror, ficção, mistério e tragédia.

Na obra original de Leroux, a ação desenvolve-se no século XIX, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações.
Entretanto, a jovem inexperiente bailarina (e mais tarde cantora) Christine Daaé, acreditando ser guiada por um "Anjo da Música", supostamente enviado pelo seu pai após a sua morte, consegue subitamente alguma proeminência nos palcos da ópera quando é confrontada a substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo. Christine conquista os corações da audiência na sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.
Ópera de Paris em meados do século XIX
 Erik, o Fantasma, não gosta da relação entre Christine e Raoul e a leva ao seu "mundo" subterrâneo que Christine considera um lugar frio e sombrio, onde ela percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera. Christine descobre também que o Fantasma é fisicamente deformado na face, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua deformidade. Vendo a verdadeira imagem de Erik, ela entra em choque, e Erik decide prendê-la no seu mundo, dizendo que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria.
Christine enfrenta uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo gênio da personagem do Fantasma, e decide se casar com Raoul em segredo e fugir de Paris e do alcance do Fantasma. No entanto, o seu plano é descoberto e, durante uma atuação da Ópera Fausto de Charles Gounod, Christine é raptada do palco e levada para os labirintos embaixo da Ópera.
Nos aposentos de Erik ocorre o confronto final entre ele, Christine e o Visconde Raoul de Chagny, que é levado até lá pelo Persa, através dos subterrâneos da Ópera, passando pela câmara dos súplicios, onde ambos quase acabam por enlouquecer e enforcar-se com o "Laço de Punjab" (espécie de cordão feito de tripas de gato que Erik usava para matar), e Christine é forçada a escolher entre Erik e Raoul. Christine escolhe Erik, com o intuito de salvar a vida das pessoas da Ópera (já que ele ameaça destruir a Ópera de Paris, colocando muitas vidas em risco, caso Christine escolha ficar com Raoul). Christine diz ainda que concordará em ser a esposa de Erik se ele libertar o Persa e Raoul, ainda presos na câmara dos suplícios. Erik leva o Persa de volta para sua casa, mas mantém Raoul como refém e o encarcera no local mais longínquo dos subterrâneos da Ópera. 
 Quando Erik retorna para Christine, ela o está esperando como uma verdadeira noiva; ele então se atreve a dar-lhe um beijo na testa, o qual ela aceita sem rejeitá-lo ou demonstrar horror. Esse ato simples trouxe uma alegria imensa a Erik, que pela primeira vez na vida foi tratado como uma pessoa comum. Os dois começam a chorar e Erik diz a Christine que ela pode ir embora e se casar com Raoul, o homem que ela ama, e que ele, Erik, não passava de um cachorro aos seus pés, pronto para morrer por ela. A única coisa que ele pede é que, quando morrer, ela o enterre junto com o anel que lhe havia dado. Christine e Raoul vão embora e nunca mais são vistos. Erik morre três semanas depois. O anúncio de sua morte foi feito pelo Persa em um jornal. Anos mais tarde, um esqueleto é encontrado nos subterrâneos da ópera e, junto ao esqueleto, havia um anel de ouro, o mesmo que Erik havia dado a Christine, indicando que ela cumpriu sua promessa.
 
                                    Ópera de Paris
Emparedada (microconto) Ana Marly de Oliveira jacobino


A parede exterioriza o cheiro da morte. Uma mulher emparedada pelo marido vira conto de Edgar Alan Poe. Seu corpo se transforma em palavras de horror.
 Fantasma da Ópera bate recorde na Broadway. O musical Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Webber, vai bater na segunda-feira o recorde de apresentações da Broadway, em Nova York, ao completar 7.468 performances.Em 2004, foi novamente encenado para o cinema, dirigido pelo renomado diretor Joel Schumacher, com Gerard Butler na pele do fantasma, Emmy Rossum como Christine e Patrick Wilson Raoul, fechando o triângulo amoroso. O Fantasma da Ópera foi indicado ao Oscar em três categorias.
Nesse mesmo ano surgiu o musical "O Fantasma da ópera" em São Paulo, que ficou em cartaz por 3 anos. O filme custou 96 milhões de dólares, sendo o mais caro filme independente já feito.

Assista _ Sarah Brightman & Antonio Banderas em  Phantom Of The Oper:

As fotos foram retiradas do google/ Site oficial do musical/ Site oficial do filme de 2004
The Phantom of the Opera, by Gaston Leroux (leitura integral online em inglês)

Convites:
 Olá Amigos!

Estou passando para convidar vocês para o lançamento do Jornal Noticias Fraternas da Casa do amor fraterno!
Esperamos vocês lá! Abraços Evair Sousa
 Amigos: estou enviando o roteiro do curso de Contadora de História.

São 10 encontros de 3h.
De segunda ou terça-feira. Inicio 31/01 ou 01/02.
Cada encontro eu conto uma história e o aluno ganha o livro. Então serão 10 livros no final do curso.
Mais o meu livro guia "Passa Balaio Trançado de Sonhos" e conta uma história.
Um pequeno balaio e a colcha de retalhos.
Investimento 3 parcelas de $150,00 reais.
                                    Carmelina Toledo Piza.

Sarau Literário Piracicabano (sarau do Samba)

          Local: Teatro Municipal de Piracicaba


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          Dia 15 de Fevereiro (terça-feira) Às 19:30 horas
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         Aberto a todos que queiram participar


Entrada Franca (retirar na bilheteria do Teatro Municipal)

domingo, 23 de janeiro de 2011

23 de Janeiro morre o gênio deixa a obra!Agend@

Salvado Dali soube como ninguém, através das suas obras de arte contar histórias sem usar palavras! (Ana Marly de Oliveira Jacobino)
 Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech, nasceu em Figueres, 11 de Maio de 1904e faleceu em Figueres, 23 de Janeiro de 1989), conhecido apenas como Salvador Dalí, foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. Seu pai, Salvador Dalí i Cusí, era um advogado de classe-média, figura popular da cidade e senhor de um caráter irrascível e dominador, sua mãe, Felipa Domenech Ferrés, sempre incentivou os esforços artistícos do filho. Ele também teve uma irmã, Ana Maria, que era três anos mais nova. Em 1949, ela publicou um livro sobre seu irmão, "Dalí visto por sua irmã".
Em fevereiro de 1921 sua mãe morreu de câncer da mama. Dalí, então com dezesseis anos de idade, disse depois da morte de sua mãe:
 "Foi o maior golpe que eu havia experimentado em minha vida. Eu a adorava… eu não podia resignar-me a perda de um ser com quem eu contei para tornar invisíveis as inevitáveis manchas da minha alma"
Em 1934, Dali casou-se com uma imigrante russa chamada Elena Ivanovna Diakonova, conhecida como Gala.

… Estou pintando quadros que me fazem morrer de alegria, estou criando com absoluta naturalidade, sem a menor preocupação estética, estou fazendo coisas que me inspiram com uma profunda emoção e estou tentando pintá-los com honestidade".
Dalí explorou intensamente o Simbolismo em seu trabalho.
 Por exemplo, a marca dos relógios fundidos que aparecem inicialmente em A persistência da memória, sugerem teoria de Einstein de que o tempo é relativo e não fixo. A ideia de relógios simbolicamente, desta forma foi criada quando Dalí viu um pedaço de queijo Camembert derretendo em um dia quente de agosto
Ascensão de Cristo, Salvador Dali

" Surrealismo irá, pelo menos, ter servido para dar prova de que a experimentação total da esterilidade e das tentativas de automatizações terem ido longe demais e de terem conduzido a um sistema totalitário… Hoje, a preguiça e a total falta de técnica chegaram ao seu paroxismo no significado psicológico da atual utilização da faculdade."
            Disse um dia Salvador Dali esta frase que ficou eternizada:
A única diferença entre um louco e eu é que não sou louco
-Salvador Dalífoi um dos poucos que o mundo aceitou seu egocentrismo em questionar:
“Cada manhã quando me levanto, experimento uma deliciosa alegria, a alegria de ser Salvador Dalí, e me pergunto entusiasmado ‘que coisas maravilhosas conseguirá hoje este Salvador Dalí?
Em 1931, Dalí pintou uma de suas mais famosas obras, A Persistência da Memória.[ Às vezes chamada de "Relógios fundidos", o trabalho apresenta o surrealista imagem da fusão de um relógio de bolso. A interpretação geral do trabalho é a de que o relógio é, incansavelmente, o pressuposto de que o tempo é rígido ou determinista, e neste sentido é apoiado por outras imagens, no trabalho, tais como a vasta expansão da paisagem e de formigas a voar a devorar os outros relógios
The Persistence of Memory, 1931

 Em 1940, no início da II Guerra Mundial na Europa, Dalí e Gala mudaram-se para os Estados Unidos da América, onde viveram durante oito anos. Após este período, Dalí regressou para a prática do catolicismo. Em 1942, ele publicou sua autobiografia, A Vida Secreta de Salvador Dalí.
                       “Moça à janela”, Salvador Dalí, em pôster de 24x31 polegadas, Fine-Art Print.
                  Pensante (Ana Marly de oliveira Jacobino)

Debruçada no batente da janela.
Eu podia ver a sua nuca,
Envolvida por cabelos negros.
O que ela faz ali parada,
No seu vestido amarelo, transparente?
Reflete sobre o aborto...
Dolorido, que acabou de fazer.
Eu, aqui em pé a julgando!
Quem sou eu para julgá-la?
Um fio de sangue escorre
Por suas pernas longas e torneadas,
Sua carreira de mãe foi por ela
Drasticamente abandonada!
Dá-me vontade de saber...
O motivo de sua escolha.
O que ela esta pensando?
Um bando de crianças em alarido
Rolam na grama esmaecida. E, ela soluça!
O infinito debruçado no poente
Encarrega de amarelar a noite,
Lá fora! E ela esta tremendo
Não é de frio, não está febril.
O seu tremor corre por seu corpo
Carrasco lascivo...
Infinita escuridão a encobrir a sua alma.
Desmembrada!
 Dalí produziu mais de 1500 quadros ao longo da sua carreira, e também ilustrações para livros, litografias, desenhos para cenários e trajes de teatro, um grande número de desenhos, dezenas de esculturas

 Em novembro de 1988 Dalí foi levado ao hospital com insuficiência cardíaca e em 5 de dezembro de 1988 foi visitado pelo rei Juan Carlos da Espanha, que confessou ter sido sempre um devoto de Dalí.Em 23 de janeiro de 1989, morreu de insuficiência cardíaca em Figueres, com a idade de 84,
 As excentricidades e declarações provocadoras fizeram dele uma das mais polêmicas figuras da arte contemporânea, contudo isto náo afetou o reconhecimento por sua extensa e bela obra!
            Dalí, em autobiografia Secret Life
             Vicente Navarro (12 de dezembro de 2003). "Salvador Dali, Fascist
              Dalí, Salvador. (2000) Dalí: 16 Art Stickers, Courier Dover Publications
                                                                  Convite Imperdível:
 Sarau Literário Piracicabano (sarau do Samba)

Local: Teatro Municipal de Piracicaba


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Dia 15 de Fevereiro (terça-feira) Às 19:30 horas
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Poeta José de Alencar

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quadrinhos a literatuta no gibi! Agend@

Quadrinhos ou Histórias em Quadrinhos, as conhecidas HQs, são narrativas feitas com desenhos sequenciais, em geral no sentido horizontal, e normalmente acompanhados de textos curtos de diálogo e algumas descrições da situação, convencionalmente apresentados no interior de figuras chamadas "balões".
No dia 17 de maio de 1890, Alfred Harmsworth, mais tarde Lord Northcliffe, um magnata da imprensa de então, lançou em Londres a Comic Cuts, primeira revista com histórias desenhadas. Ela continha mais textos que desenhos e seu conteúdo era satírico-humorístico.  Um mês mais tarde, a publicação já tinha atingido uma tiragem de 300 mil exemplares
 As origens das HQ são mais remotas ainda. Já as culturas mais antigas, tais como a egípcia e a grega, narravam histórias através de seqüências de figuras Em 1929, foi criado o marinheiro Popeye e, um ano mais tarde, o Mickey, seguindo-se o Pato Donald em 1938. A partir de 1933, começaram a ser publicadas as revistinhas de Walt Disney, exclusivamente com histórias em quadrinhos. Foi a época também do detetive Dick Tracy e do aventureiro do espaço Buck Rogers, e, depois, de Super-Homem e Batman. desenhadas. Na virada do século 20, os gibis viraram um fenômeno comercial e artístico nos Estados Unidos, pela sua forma fácil de comunicação.
Tanto histórias divertidas como dramas eram estampados nos quadrinhos. O interesse era tanto que não demorou para as empresas explorarem o tema através da comercialização de licenças, a venda de brinquedos com a imagem dos personagens, programas de rádio e filmes, já na primeira década de 1900.

 Os quadrinhos começavam a se tornar um elemento indispensável para osjornais diários. Foi quando George Herriman lançou Krazy Kat, a história de um mundo poético, ao mesmo tempo surreal e cômico, no qual, com extrema simplicidade gráfica, eram expostas as relações entre os membros de um pequeno elenco de personagens. Essa foi a primeira tirinha para o público adulto e inaugurou as histórias com animais, que culminaria com o aparecimento do famoso Gato Félix, de Pat Sullivan, e do Mickey Mouse, de Walt Disney. Em 1930, Hergé cria Tintin, cujo êxito se prolongou por décadas.

Com a disputa da Segunda Guerra Mundial, muitos personagens, sobretudo os heróis, passaram a se envolver em tramas de guerra e violência. Surgiram então, outros personagens célebres, como Capitão Marvel, Tocha Humana, Namor - O Príncipe Submarino, e toda uma legião de justiceiros devotados à causa da paz e da democracia.
Em meio a tantos, a Marvel Comics criou, sob a batuta de Stan Lee e Jack Kirby, o Capitão América. O personagem, que tem o uniforme inspirado na bandeira americana e um escudo de um metal indestrutível, foi como uma personificação da luta dos povos livres contra o nazismo. 
 Devido à censura na década de 50, muitas editoras foram à falência, principalmente nos Estados Unidos. O renascimento aconteceu nos anos 60, com a criação de mais uma série de personagens conhecidos, como o Homem Aranha.
Os nomes mais famosos da produção alemã são Fix e Foxi, de Rolf Kauka. Na Bélgica e na França, foram criados Tintin, Asterix, Lucky Luke, Spirou e Fantasio.
 No Brasil um precursor que não deve ser esquecido pelo HQ é o ítalo-brasileiro Angelo Agostini, que criou, já em 1869, para o jornal Vida Fluminense, As Aventuras de Nhô Quim.
 Em 1905 surgiu a revista O Tico Tico, considerada a primeira revista de quadrinhos do Brasil, com trabalhos de artistas nacionais como J. Carlos.A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos nacionais, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira, como a produção de tiras de super-heróis.
Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cãozinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma que, além das tiras de jornal, teve uma revista publicada pela Editora Continental[20]. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, depois em (1987) pela Editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini. Recentemente foi lançado Turma da Mônica Jovem - versão adolescente da Turma em estilo mangá.
 Em 1960 foi vencida a resistência dos editores e surgiu uma revista em quadrinhos com personagens e temas brasileiros.
Foi A Turma do Pererê com texto e ilustrações de Ziraldo (mesmo autor de O Menino Maluquinho).
O personagem principal era um saci e não raro suas aventuras tinham um fundo ecológico ou educacional. O cartunista Henfil continuou com a tradição da "tira" com seus personagens contestadores Graúna e Os Fradinhos.

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Turma da Mônica de Maurício de Souza é o maior sucesso do ramo no país, em todos os tempos. Virou uma linha de produtos que vão desde sandálias, a macarrões, passando por material escolar, roupas, e tantos outros produtos. Foram produzidos desenhos animados longa-metragem com os personagens.
                Mundo das Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Editora Moderna.
        FEIJÓ, Mário. Quadrinhos em Ação. São Paulo: Editora Moderna, 2003. 80p. ilConvites
                           Sarau Literário Piracicabano (sarau do Samba)

Local: Teatro Municipal de Piracicaba
Homenageados: Angenor de Oliveira (Cartola) sambista, compositor e José de Alencar declamador e poeta -trovador
Dia 15 de Fevereiro (terça-feira) Às 19:30 horas


Com a participação musical do REGIONAL DO SARAU LITERÁRIO PIRACICABANO
                Aberto a todos que queiram participar
Entrada Franca (retirar na bilheteria do Teatro Municipal)