sábado, 9 de março de 2013

Mulher a poesia em forma de humanidade...

Homenagem das "Mulheres Poetas" pata todas as "Mulheres"com a arte de Carmelina Toledo Piza _ Parte 2
Foto: Para você Mulher neste seu dia...
Autoconhecimento _ Ana Marly de Oliveira Jacobino
 
Sou a menina que chora
Vergando o ventre sobre o chão.
Sou a mulher que na aurora
Carrega forte, feroz ambição.
Sou a criança que brinca
De olhos na amarelinha.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a jovem que finca
Esperança na fada madrinha.
Sou a menina que vibra
Numa imaginação heróica.
Sou a mulher de fibra
Vivendo uma luta estóica.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a criança que sonha
Ser esposa, mãe, mulher.
Sou a mulher que chora
Na esperança de vencer
Vergando o ventre sobre o chão 
Vida, imortal, sonhadora.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a velha que na aurora,
Busca amor, afeição, carinho, 
Sou a mulher que chora
Temendo o vazio do ninho.
Vergando o ventre sobre o chão
Doente, mortal, pecadora...
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
# Arte desenvolvida por Carmelina Toledo Piza
           Autoconhecimento _ Ana Marly de Oliveira Jacobino
Sou a menina que chora
Vergando o ventre sobre o chão.
Sou a mulher que na aurora
Carrega forte, feroz ambição.
Sou a criança que brinca
De olhos na amarelinha.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a jovem que finca
Esperança na fada madrinha.
Sou a menina que vibra
Numa imaginação heróica.
Sou a mulher de fibra
Vivendo uma luta estóica.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a criança que sonha
Ser esposa, mãe, mulher.
Sou a mulher que chora
Na esperança de vencer
Vergando o ventre sobre o chão
Vida, imortal, sonhadora.
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!
Sou a velha que na aurora,
Busca amor, afeição, carinho,
Sou a mulher que chora
Temendo o vazio do ninho.
Vergando o ventre sobre o chão
Doente, mortal, pecadora...
Sou a vida!
Sou a morte!
Sou Mulher!

 Foto: Para você MUlher:
Mãe e Mulher.  Edson Di Piero Di Piero
 
Jesus Cristo.
Ave Maria.
Nancy.
Eu e Claudia.
Também Mãe.
Claudia.
Minha Irmã.
Também mãe.
São Todas Mulheres e Mães.
Já deu para perceber.
Terra.
Também Mãe.
Mãe das Mães.
Mulheres.
Minha Mãe.
Tua Mãe.
Nossa Mãe.
Terra.
Já deu para perceber.
Mães e Mulheres.
Que sem Mães e Mulheres.
Nada Somos.
#Arte de Carmelina Toledo Piza
 Mãe e Mulher. Edson Di Piero Di Piero
Jesus Cristo.
Ave Maria.
Nancy.
Eu e Claudia.
Também Mãe.
Claudia.
Minha Irmã.
Também mãe.
São Todas Mulheres e Mães.
Já deu para perceber.
Terra.
Também Mãe.
Mãe das Mães.
Mulheres.
Minha Mãe.
Tua Mãe.
Nossa Mãe.
Terra.
Já deu para perceber.
Mães e Mulheres.
Que sem Mães e Mulheres.
Nada Somos.

Foto: Homenagem para  a Mulher neste seu dia:

SEU SOBRENOME, QUAL?    (Luzia Stocco)      
Quem enfiou o sobrenome do João em Maria?
E quem, o sobrenome de Alfredo, tacou em Sofia?
Quantas Senhora Smith
Senhora Arth
Senhora Vasconcelos
Via -se na televisão
Há até pouco tempo, então!
A famosa família Andrade
Dos Albuquerque
E até dos Silva!
Cadê a sabedoria?
Há menos de meio século
Casada, a mulher perdia
A pouca identidade que tinha
Perdia seu sobrenome
E pertencia ao marido
A tudo acatava
Consultava e acolhia.
Final do século XX
No Brasil, uma revolução na lei se deu
A esposa não precisa 
Daquela imposição
E o marido também pode 
Acrescentar o nome dela ao seu!
Alguém aceitou?
Alguém condescendeu?
Se a mulher é independente
Se ela tem liberdade
Tem estudo, autonomia
Inteligência e dignidade
Como encarar essa nova possibilidade?
Se o inverso acontecesse
Que gostosa cumplicidade!!
Vêm os filhos e o estereótipo se repete:
Ficam com o sobrenome do pai
E quando há separação
E, ele vai embora, vai à farra, lava as mãos
Ou quando, ela trabalhando
Ele bebendo ou dormindo
Ou ferindo, violentando, grunhindo.
Quando ela resiste firme
Todas as responsabilidades assumindo
Implorando uma parca pensão.
Vê no nome de seus filhos
Escrito ou pronunciado
Num ritual, num evento escolar
O sobrenome da mãe abreviado
E o paterno destacado.
A memória, a história dela
- Ela que gerou, acolheu,
Colheu, nutriu, não matou –
Em segundo plano ficou!
Diga então, o que mudou?
É ainda esse poder
O ex poder patriarcal
Enaltecido pela mídia
Influência do social
Da manipulação cultural
Ou é ignorância, acomodação
Medo, neurose
Dependência afetiva, emocional?!?
Coisa nada banal
 
#Arte de Carmelina Toledo Piza
                    SEU SOBRENOME, QUAL? (Luzia Stocco)
Quem enfiou o sobrenome do João em Maria?
E quem, o sobrenome de Alfredo, tacou em Sofia?
Quantas Senhora Smith
Senhora Arth
Senhora Vasconcelos
Via -se na televisão
Há até pouco tempo, então!
A famosa família Andrade
Dos Albuquerque
E até dos Silva!
Cadê a sabedoria?
Há menos de meio século
Casada, a mulher perdia
A pouca identidade que tinha
Perdia seu sobrenome
E pertencia ao marido
A tudo acatava
Consultava e acolhia.
Final do século XX
No Brasil, uma revolução na lei se deu
A esposa não precisa
Daquela imposição
E o marido também pode
Acrescentar o nome dela ao seu!
Alguém aceitou?
Alguém condescendeu?
Se a mulher é independente
Se ela tem liberdade
Tem estudo, autonomia
Inteligência e dignidade
Como encarar essa nova possibilidade?
Se o inverso acontecesse
Que gostosa cumplicidade!!
Vêm os filhos e o estereótipo se repete:
Ficam com o sobrenome do pai
E quando há separação
E, ele vai embora, vai à farra, lava as mãos
Ou quando, ela trabalhando
Ele bebendo ou dormindo
Ou ferindo, violentando, grunhindo.
Quando ela resiste firme
Todas as responsabilidades assumindo
Implorando uma parca pensão.
Vê no nome de seus filhos
Escrito ou pronunciado
Num ritual, num evento escolar
O sobrenome da mãe abreviado
E o paterno destacado.
A memória, a história dela
- Ela que gerou, acolheu,
Colheu, nutriu, não matou –
Em segundo plano ficou!
Diga então, o que mudou?
É ainda esse poder
O ex poder patriarcal
Enaltecido pela mídia
Influência do social
Da manipulação cultural
Ou é ignorância, acomodação
Medo, neurose
Dependência afetiva, emocional?!?
Coisa nada banal

                           # Arte desenvolvida por Carmelina Toledo Piza
                                            Convite:
DIA 19 DE Marco/2013 -
19h30
Festa Literária

POESIA - MÚSICA - DANÇA - HUMOR

LOCAL
Biblioteca Pública Municipal de Piracicaba
Terça-feira
entrada gratuita

                         Homenageados
Wilson Luiz Bortolazzo (China)_ músico

quinta-feira, 7 de março de 2013

Mulher: sua vida é uma poesia

Homenagem das "Mulheres Poetas" pata todas as "Mulheres"com a arte de Carmelina Toledo Piza _ Parte 1
                                    SECRETA _ Lídia Sendin
A lua é mulher que encanta,
Tem o seu lado de santa
Brilhando no arco do céu.
Mas tem para quem procura
A face também escura.
Metade que ninguém vê.

Na outra face da lua
Mulheres guardam segredo,
Escondem um lado negro,
Com uma senha secreta,
Não dada nem ao poeta,
Que é quem nela mais crê.

Mulher, essa bela lua,
Sabendo que é só sua,
Velada, sombria zona
Que mora na escuridão,
Jamais deixa vir à tona
Segredos do coração.
Foto: Mulher-mãe _ Dirce Ramos de Lima
Havia algo novo e fascinante
naquele olhar:
era mais uma mulher,
apaixonada pela vida,
perpetuando a espécie,
aprendendo amar,
"há de amar o mundo,
os filhos, a familia!"

Se assim não fosse
como a mulher existiria?
                            #Trabalho de Arte de Carmelina Toledo Piza 
Mulher-mãe _ Dirce Ramos de Lima
Havia algo novo e fascinante
naquele olhar:
era mais uma mulher,
apaixonada pela vida,
perpetuando a espécie,
aprendendo amar,
"há de amar o mundo,
os filhos, a familia!"

Se assim não fosse
como a mulher existiria?
Foto: Meninas Inquietas_  Carmen Pilotto
 
Não há rotinas avassaladoras
que as emudeçam
ou mesmo as tolham de ações

Seguem rabiscando idéias
revolvendo imbróglios
recortando universos

E a cada dia renovadas
em multifacetados ideais 
apesar das lanhuras nos espíritos e nas faces

Nos caminhos dos exauridos
estão elas vigorosas
são braços e energia
trabalhos e sinestesia
propósitos e devaneio

Em todo atalho sinuoso
há uma posicionada:
mães extremosas
esposas companheiras
amigas afetuosas
profissionais dedicadas
irmãs complacentes
primas rememoradas

E  todas espécies de laços apertados
que afagam e fazem do elemento feminino
alma que motiva a Vida!

#Arte de Carmelina Toledo Piza 
               Meninas Inquietas_ Carmen Pilotto
Não há rotinas avassaladoras
que as emudeçam
ou mesmo as tolham de ações

Seguem rabiscando idéias
revolvendo imbróglios
recortando universos

E a cada dia renovadas
em multifacetados ideais
apesar das lanhuras nos espíritos e nas faces

Nos caminhos dos exauridos
estão elas vigorosas
são braços e energia
trabalhos e sinestesia
propósitos e devaneio

Em todo atalho sinuoso
há uma posicionada:
mães extremosas
esposas companheiras
amigas afetuosas
profissionais dedicadas
irmãs complacentes
primas rememoradas

E todas espécies de laços apertados
que afagam e fazem do elemento feminino
alma que motiva a Vida!

Foto: Orgulho de ser Mulher_ Ivana Maria França de Negri
Guardo o "M" de Mulher
impresso na minha mão

Tenho orgulho de ser fêmea,
de ser mulher por inteiro

Pago o tributo com sangue
que flui de mim todo mês

E levo em minhas entranhas
sementes que geram Vida!
# Arte de Carmelina Toledo Piza
 Orgulho de ser Mulher_ Ivana Maria França de Negri
Guardo o "M" de Mulher
impresso na minha mão

Tenho orgulho de ser fêmea,
de ser mulher por inteiro

Pago o tributo com sangue
que flui de mim todo mês

E levo em minhas entranhas
sementes que geram Vida!
 

domingo, 3 de março de 2013

Poesia uma forma de dialogar com o nosso interior...



Somos parte deste mundo agora, tão... globalizado. Sei que temos o sangue dos nossos antepassados, eles que viveram os primórdios da humanidade... livre pelo mundo sem cercas demarcando quintais... livres e soltos para enfrentar os problemas, mesmo temendo pela vida, sem ao menos saber: o que iriam encontrar!? Penso que, através do Teatro podemos viver esses primeiros tempos na própria vida. Bonita existência esta a nossa, ora, com os pés no chão, ora, com os olhos na amplidão dos céus! Contudo, nós, que, fincamos raízes, alçamos vôo, vez ou outra para longe dos nossos quintais na busca de alegria e diversão, como: expectadores na platéia de um teatro. Nessa busca, descobrimos tantas coisas inimagináveis... voltamos ao final de cada espetáculo, sonhando com a liberdade de podermos estar fincados no chão, e,  livres para voarmos outra vez, para vislumbrarmos outras vidas, outras histórias vividas por atores trans-vestidos nos seus personagens.... Ana Marly de OLiveira Jacobino
Foto: Uma palhinha da Ceta ( diretores: Joao Scarpa e Ricardo Araujo ) no Sarau Literário Piracicabano do espetáculo "Sobre a Terra que arde_ http://www.youtube.com/watch?v=63M_TbQ-DIo&feature=youtu.be

Caderno do Sarau  Literário Piracicabano 19 /02/2013   _ Parte 4
                                Silêncio_  Hélia.Romancini
          Estou num lindo jardim, diante da minha sepultura, mais perto do meu pai.

 Me sentí abraçada por ele, embora fossem meus próprios braços que estavam ao meu redor, estava frio.
          Parada ali, deixei caírem dos meus olhos todas as lágrimas que eu tinha para chorar.
          Elas caíram como caem as folhas no outono, silenciosamente.
          Nenhuma delas amenizou a dor que eu sentia naquele momento.
          Chorei por aqueles que se foram deixando enorme saudade.
          Chorei por mim mesma, pois sentia que alí eu morria mais um pouco.
          Somente o céu compartilhou minha tristeza e chorou comigo naquela tarde.
          Olhei como se fossem as lágrimas dos anjos, tentando lavar minha alma.
          Não tenho mais forças para lutar contra esta dor que me invade um pouco mais a cada dia.
          Nenhum conforto, nenhum amigo, nenhum pássaro cantando para alegrar meu final de tarde.
          Apenas o silêncio... o silêncio das lápides ao meu redor!
          O vento sussurrou aos meus ouvidos numa voz doce e suave:
          " Hora de ir para casa minha querida...você já ficou tempo demais aquí! "


                                 ESPERANÇA_ESTHER VACCHI PASSOS
Que bom que o mundo não acabou. Viva!!!! Então vamos em frente. A esperança de um mundo modificado está em todas as pessoas que acreditam em Deus.

Teremos um mundo melhor e mais humano se participarmos das boas ações, encarando os desafios que aparecer. Vamos transformar em alegria esta noite que estamos no sarau, compartilhar e extravasar todo o sentimento contido.

Encontrar com os amigos, cantar, sorrir e ir além da imaginação com tamanha emoção.

Feliz em compartilhar estes momentos com todos novamente.

Assista e vibre com o Conjunto Caleidoscópio no Sarau Literário Piracicabano: 


## Estrada do Sol-Dolores Duran / Tom Jobim_ http://www.youtube.com/watch?v=sizz-N35xj0&feature=youtu.be
 
CAMINHO SEM VOLTA _ Juraci Toricelli (Bragança Paulista)


Germina a plantinha
em direção ao céu a crescer
É como a criança - a infância
tudo descobre - tudo quer ver

O verdor da mocidade
ilusões - desejos - esplendor
Jardim florido, perfumado
sonhos retumbantes, ardor.

O vento forte e uivante
os grânulos dispersava pelo ar
a vida passa correndo
estrada infinita - sempre a caminhar.

As folhas secas das árvores
tombam ao solo em profusão
É como a vida extinta
que na terra tem sua habitação.

                                                       google e youtube


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Poesia e muito mais você encontra aqui...



Presenteie com um livro e escreva na capa... Sorria, você acaba de ganhar um livro! Abra essa caixa de surpresas!      Ana Marly de O. Jacobino

Caderno do Sarau  Literário Piracicabano 19 /02/2013   _ Parte 3
 


HOMENAGEM A ÁGUAS DE SÂO PEDRO _ PROF.  JUVINO  C.  DE  MEDEIROS  FILHO
 ESSAS  ÁGUAS  DE  SÃO  PEDRO
TAMBÉM SÃO DE SÃO JOÃO?
DE  SÃO  PAULO  COM  CERTEZA,
DE  QUE  SANTOS  MAIS  SERÃO?
NÃO  SEI  RESPONDER  A  QUESTÃO;
MAS  SEI  COM  MUITA  CERTEZA
QUE  A  ÁGUA  DA  REDONDEZA
INVEJA  A  ÁGUA  DE  CÁ,
QUE  É  PURA  E  CRISTALINA
JORRADA    DE  UMA  MINA,
IGUAL  A  ELA  NÃO  HÁ.
 
Ocaso _ Gisele Silva
Ao caminhar de melenas ao vento...
Sente-se um adocicado ribombar de céu cinzento.
Lembranças e solitude... querem penetrar o peito
Já extasiado de loucura e amor...
 
Visões sensíveis e fugidias, querem iludir a realidade!
Transmutar a espontaneidade em ansiedade...
Só faz amargar o caminho com complicações.
Preferível é se perder para se encontrar em verdade.

Quão atordoante e suave é o borboletear de asas!
E avassalador se mostra o voluptuoso rio!
E o rio interior se expande em eterna fluidez!
 
Ao caminhar... olhar se enche de brilho...
e o morrer para todas as "coisas"... todos os dias!
Se faz necessário como as matizes do horizonte acalenta a alma!

Conjunto Caleidoscópio Carlos Roberto Furlan (violão e voz) e Suzi Furlan (flauta e voz): Ana Paterniani (flauta e voz), China na percussão.

 

## No Carnaval da Poesia- Beto Furlan_ http://www.youtube.com/watch?v=nclKRyKcfWI&feature=youtu.be

Foto: Nosso querido Amigo o Maestro Carlos Furlan  Suzi Christophe Furlan 

Maestro e Compositor Carlos Roberto Furlan

 
                        PEREGRINO_                    
Parti
Precisava chegar a algum lugar
Deixei minhas raízes
Procurei
Vaguei em lugar algum
buscando identidades
Alteridade
Fui ao futuro
Experimentei o instante presente
tão sagaz!
Fui cigano, circense, andarilho,
mestre e aprendiz
E foi na memória, nas origens
nas escolhas e em tudo que vivi
eu então reconstruí!
Retorno, nômade ou sedentário
inacabado,
porém completo, de mim mesmo,
do divino
sublimado
Sou feliz.

Apresentação da CETA  (Companhia Estável de Teatro Amador de Piracicaba) _ Sobre a Terra que arde_ http://www.youtube.com/watch?v=63M_TbQ-DIo&feature=youtu.be
                                      google e youtube

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Você se diverte em um Sarau... Novidades é aqui!

Aplausos a CETA e a sua bela participação do Espetáculo "Sobre a Terra que Arde" no Sarau Literário Piracicabano (Joao Scarpa e Ricardo Araujo diretores), sem dúvida, mais um sucesso e prêmios vem por aí. Ana Marly de Oliveira Jacobino
Caderno do Sarau  Literário Piracicabano 19 /02/2013   _ Parte 2  


A leitura é como vitamina... você deve tomá-la sempre, antes do seu corpo adoecer por sua falta!    Ana Marly de Oliveira Jacobino
 

Eu ou ela_ Dirce Ramos de Lima

Minha pobre gatinha

oscila agora entre dois prazeres:

dormir junto a mim,

no tapete quente e amigo

que sempre a acolheu,

ou ficar la fora.

num ninho aconchegante,

onde cinco gatinhas,

miam e reclamam

pelo carinho seu!



Seus passinhos leves,

seu miado estranho,

durante toda noite se fazem ouvir,

e, entre ficar comigo,

ou ficar lá fora,

nem ela e nem eu
                                                              podemos mais dormir
 Escritor e Poeta Márcio Marastoni declamando "Florada" no Sarau Literário Piracicabano, o Sarau se alegra com a sua visita. Volte sempre!

                                           foto antiga de Rua da Móoca



           Meu Pé de Poesia_ Ivan Ferretti Machado

No comecinho da minha rua
Existia um pé de poesia
Que o ano inteiro se cobria
De rimas e versos de amor
Porém o tempo,
Imbuído de maldade,
Ali onde a rua principia,
Ceifou o pé de poesia
E por pura crueldade
Sem a menor compostura
Plantou um pé de saudade
E outro de amargura
  Foto: Conjunto aleidoscópio canta no Sarau Literário Piracicabano de 19 de Fevereiro de 2013: Carlos Roberto Furlan (violão e voz) e Suzi Christophe Furlan Furlan (flauta e voz):  Ana Lúcia Paterniani (flauta e voz), China na percussão. 
Conjunto aleidoscópio canta no Sarau Literário Piracicabano de 19 de Fevereiro de 2013: Carlos Roberto Furlan (violão e voz) e Suzi Christophe Furlan Furlan (flauta e voz): Ana Lúcia Paterniani (flauta e voz), China na percussão
Diz Que Fui Por Aí- Zé Kéti / H. Rocha : http://www.youtube.com/watch?v=_ACZAf9aJI8&feature=youtu.be
                                            google e youtube