domingo, 22 de abril de 2012

Cultura está aqui em Piracicaba...

"Se ouço alguém falar: "Não tenho o que fazer em Piracicaba!" fico perplexa, pois a Noiva da Colina vive em festa! Noites culturais extrapolam a nossa imaginação e fluem nas veias, o grande manancial artístico, que emana e vibra por estas terras benfazejas! Saia da sua acomodação e viva os grandes espetáculos nesta cidade tão eclética...!""
O Livro “Sorocabinha – a raiz da música sertaneja”, foi lançado dia 20/03/2012, na Livraria Nobel no Shopping Piracicaba, na Cidade de Piracicaba. O livro, escrito por Maria Imaculada da Silva, filha do Sorocabinha, contém muitas informações que podem ser utilizadas por pesquisadores, por reviver o período inicial da história da música sertaneja de raiz. Traz também ilustrações, fotos de época restauradas e texto atualizado e revisto pela nova ortografia...

Lançamento do livro: Cidadãos de dois mundos: o Engenho Central e a imigração francesa na região de Piracicaba de Jorge Luís Mialhe

Evair, Ana Marly, Idamis, Aurea e Madalena entre os muitos convidados para a inauguração do Teatro Municipal Erotides de Campos em Piracicaba.
Teatro do SESI lotado para assistir Quarteto em CY
O Quarteto em Cy é formado pelas irmãs Cynara, Cyva, Cybele e a cantora Sonia (a de vestido preto) 
O 'Novo Horizonte' das artes plásticas - Cultura - Notícias, O 'Novo ...Alunos do professor Joji Kussonoki, da Casa Amor Fraterno
                                       Festa Aviatória invade os céus de Piracicaba
Espetáculo Juriti – Chiquinha Gonzaga.no  Teatro Municipal Erotídes de Campos na foto o ator Claudio Costa no comando do Batalhão da cidade...
Aplausos para Juruti de Chiquinha Gonzaga dia 18 de Abril no Teatro Municipal Erotides de Campos.
Sérgio Belluco durante apresentação do Conjunto Piracicabano de violões em 19 de Abril
 Aconteceu no dia 20 de abril de 2012 nas dependências do Lao Bar o lançamento do livro "A Colecionadora de Ovos" de Luzia Stocco
Amigas festejam o lançamento do livro "A Colecionadora de Ovos" de Luzia Stocco
                                     fotos Ana Marly

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Cesário Verde o Poeta de Fernando Pessoa...

"Pois é, você conhece Cesário Verde? Fernando Pessoa o admirava! Cesário Verde  viveu o paradigma da revolução industrial e a corrida dos homens do campo em busca do progresso e do dinheiro nas grandes cidades. Sem trabalhador no campo, a fome se abateu em muitos lugares, e, Portugal ainda tão frágil na sua economia não escapou de ver a sua população faminta. Cesário escreve sobre o que vê e o que vive sem esperança das benesses para a população miserável, advindas da industrialização e do progresso!" 
                                                Ana Marly de Oliveira Jacobino
José Joaquim Cesário Verde, nascido a 25 de Fevereiro de 1855, morreu muito jovem, a 19 de Julho de 1886. Filho do lavrador e comerciante José Anastácio Verde e de Maria da Piedade dos Santos Verde, Cesário matriculou-se na Universidade de Coimbra em 1873, frequentando por apenas alguns meses o curso de Letras. Ali conheceu Silva Pinto, grande amigo pelo resto da vida. Dividia-se entre a produção de poesias (publicadas em jornais) e as atividades de comerciante, herdadas do pai.
A supremacia exercida pela cidade sobre o campo leva o poeta a tratar estes dois espaços em termos dicotómicos. O contacto com o campo na sua infância determina a visão que dele nos dá e a sua preferência. Ao contrário de outros poetas anteriores, o campo não tem um aspecto idílico, paradisíaco, bucólico, susceptível de devaneio poético, mas sim um espaço real, concreto, autêntico, que lhe confere liberdade. O campo é um espaço de vitalidade, alegria, beleza, vida saudável… Na cidade, o ambiente físico, cheio de contrastes, apresenta ruas macadamizadas/esburacadas, casas apalaçadas (habitadas pelos burgueses e pelos ociosos)/quintalórios velhos, edifícios cinzentos e sujos… O ambiente humano é caracterizado pelos calceteiros, cuja coluna nunca se endireita, pelos padeiros cobertos de farinha, pelas vendedeiras enfezadas, pelas engomadeiras tísicas, pelas burguesinhas… É neste sentido que podemos reconhecer a capacidade de Cesário Verde em trazer para a poesia o real quotidiano do homem citadino.
                                                           DE TARDE _Cesário Verde
Naquele pique-nique de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.

Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o Sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão-de-ló molhado em malvasia.

Mas, todo púrpuro a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas!
                                                Portugal em meados do século XIX 
O povo se alimentava de castanha, que tinha um papel preponderante na alimentação, assim como as hortaliças, a caça, alguns produtos de animais domésticos, juntamente com pão de trigo e centeio. Depois vieram o milho e mais tarde a batata, o arroz e o peixe seco (bacalhau e outros), o peixe de água doce desde há muito era utilizado uma vez que estava acessível nos rios e ribeiras. Gastava-se na alimentação o azeite e o vinho. O arroz doce, as rabanadas, as broas de mel, só nas festas e casamentos.
                        600.000 portugueses migraram para o Brasil no século XIX


EU E ELA_ Cesário Verde
Cobertos de folhagem, na verdura,
O teu braço ao redor do meu pescoço,
O teu fato sem ter um só destroço,
O meu braço apertando-te a cintura;

Num mimoso jardim, ó pomba mansa,
Sobre um banco de mármore assentados.
Na sombra dos arbustos, que abraçados,
Beijarão meigamente a tua trança.

Nós havemos de estar ambos unidos,
Sem gozos sensuais, sem más idéias,
Esquecendo para sempre as nossas ceias
E a loucura dos vinhos atrevidos.

Nós teremos então sobre os joelhos
Um livro que nos diga muitas cousas
Dos mistérios que estão para além das lousas,
Onde havemos de entrar antes de velhos.

Outras vezes buscando distração,
Leremos bons romances galhofeiros,
Gozaremos assim dias inteiros
Formando unicamente um coração.

Beatos ou pagãos, vida à paxá,
Nós leremos, aceita este meu voto,
O Flos-Sanctorum místico e devoto
E o laxo Cavaleiro de Faublas...
Um fragmento da obra-prima de Cesário Verde que abre e fecha com dois dos mais belos quartetos da língua portuguesa, dignos antecessores do melhor Fernando Pessoa:
         Nas nossas ruas, ao anoitecer,
         Há tal soturnidade, há tal melancolia,
         Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
         Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.
                                   (…)
         E, enorme, nesta massa irregular
         De prédios sepulcrais, com dimensões de montes,
         A Dor humana busca os amplos horizontes,
         E tem marés, de fel, como um sinistro mar!
Em 1877 lhe começou a dar sinais a tuberculose, doença que já lhe tirara o irmão e a irmã. Estas mortes servem de inspiração a um de seus principais poemas, Nós (1884).
Tenta curar-se da tuberculose, sem sucesso; vem a falecer no dia 19 de Julho de 1886. No ano seguinte Silva Pinto organiza O Livro de Cesário Verde (disponível ao público em 1901), compilação de sua poesia.
De poesia delicada, Cesário empregou técnicas impressionistas, com extrema sensibilidade ao retratar a Cidade e o Campo, seus cenários prediletos. Evitou o lirismo tradicional, expressando-se da forma mais natural possível.
Fonte: Cesário Verde, in O Livro de Cesário Verde

A imigração portuguesa IBGE | Página 3 Pedagogia & Comunicação

google


terça-feira, 17 de abril de 2012

Lygia Fagundes Telles: a literatura no sangue!

                                     Refrescar a alma na liturgia do Sarau!

Sarau Literário Piracicabano
 APRESENTA
Festa Lítero-Musical
17 de Abril (terça-feira) 19h30 na sala 2 do Teatro Municipal Losso Netto em Piracicaba.
 Os homenageados serãoLygia Fagundes Telles e 
Funcionários do Teatro Municipal DR. Losso Netto
Tema:  Refrescar a alma na liturgia do Sarau!
Entrada Gratuita –  
Lygia de Azevedo Fagundes nasce na capital paulista, em 19 de abril de 1923, Seu pai, advogado, exerceu os cargos de delegado e promotor público em diversas cidades do interior paulista (Sertãozinho, Apiaí, Descalvado, Areias e Itatinga), razão porque a escritora passa seus primeiros anos da infância mudando-se constantemente. Acostuma-se a ouvir histórias contadas pelas pajens e por outras crianças. Em pouco tempo, começa a criar seus próprios contos Em 1938, dois anos depois da separação dos pais, Lygia publicou o seu primeiro livro de contos, Porão e sobrado com a ajuda de seu pai, assinando como Lygia Fagundes. 

(...) "Com a ponta da língua pude sentir a semente apontando  sob a polpa. Varei-a. O sumo ácido inundou-me a boca. Cuspi 
a semente: assim  queria escrever, indo ao âmago do âmago  

até atingir a semente resguardada lá no fundo como um feto".
(Verde lagarto amarelo)
                                                       
Com seu retorno à capital paulista, em 1952, começa a escrever seu primeiro romance, Ciranda de pedra. Na fazenda Santo Antônio, em Araras - SP, de propriedade da avó de seu marido, para onde viaja constantemente, escreve várias partes desse romance. Essa fazenda ficou famosa na década de 20, pois lá reuniam-se os escritores e artistas que participaram do movimento modernista, tais como Mário e Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Mafaldi e Heitor Villa-Lobos.
Ele fixara em Deus aquele olhar de esmeralda diluída, uma leve poeira de ouro no fundo. E não obedeceria porque gato não obedece. Às vezes, quando a ordem coincide com sua vontade, ele atende mas sem a instintiva humildade do cachorro, o gato não é humilde, traz viva a memória da sua liberdade sem coleira. Despreza o poder porque despreza a servidão. Nem servo de Deus. Nem servo do Diabo.                 Lygia Fagundes Telles
  • OBRAS DA AUTORA: aqui publico somente os romances:
  • Romances:
    Ciranda de pedra, 1954
    Verão no aquário, 1963
    As meninas, 1973
    As horas nuas, 1989
    Lygia tem uma obra vasta e recebeu inúmeros prêmios entre eles o: Em 2005, recebe o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa.
  • Solução melhor é não enlouquecer mais do que já enlouquecemos, não tanto por virtude, mas por cálculo. Controlar essa loucura razoável: se formos razoavelmente loucos não precisaremos desses sanatórios porque é sabido que os saudáveis não entendem muito de loucura. O jeito é se virar em casa mesmo, sem testemunhas estranhas. Sem despesas.
                                                   Lygia Fagundes Telles
  • Instituto Moreira Salles
  • Academia Paulista de Letras
  • Academia Brasileira de Letras. Biografia
  • fotos google
A exposição " Os Guardiões de Piracicaba- uma releitura" fruto de um prêmio de um Edital do PROAC, que Lia Desjardins, Everson Bonazzi , Raul Rozados e eu ganhamos,  iniciou  hoje (segunda dia 16 de Abril) e continua no Museu da ESALQ até dia 27. No dia 22, domingo às 15 horas, haverá uma oficina sobre o restauro dos "Bonecos do Elias" orientado pelo restaurador Emerson Bonazzi  e a história : O Menino e o Rio "  criada  e contada por Lia Desjardins.

domingo, 15 de abril de 2012

Xingu a história do pioneirismo brasileiro...

"Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon teve na sua expedição os irmãos  Leonardo (1918-1961), Cláudio (1916-1998) e Orlando  (1914-2002)  Villas-Bôas ; importantes sertanistas. Eles foram além de protecionistas, para fincar as raízes da  orientação pacifista rondoniana. Os irmãos Villas Boas perceberam a vasta riqueza cultural da população indígena brasileira, e com isto, resolvem expor essa cultura, afim de preservar a figura do "Índio" por inteiro e implantaram uma nova política indigenista."         Ana Marly de Oliveira Jacobino
                                        Orlando, Claudio e Leonardo Villas- Boas.
A primeira expedição realizada na região do alto Rio Xingu ocorreu em 1884, chefiada pelo alemão Karl von den Steinen. Só na década de 1940, no governo do presidente Getúlio Vargas, a região começou a ser sistematicamente visitada e explorada. Foi organizada a Expedição Roncador-Xingu, que percorreu regiões inexploradas do Brasil central com o objetivo de desbravá-las, abrindo estradas e construindo campos de pouso de emergência. Como conseqüência da II Guerra Mundial, nacionalistas temiam que houvesse um deslocamento de colonos europeus para o interior do Brasil e a ação da Expedição visava à defesa da região.
Os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Boas foram membros da Expedição. Eles dedicaram-se ao contato amistoso e à proteção dos índios que viviam nas cabeceiras do Rio Xingu. Paulistas, oriundos de uma família de classe média, tinham um irmão mais novo, Álvaro, que, embora não os tenha acompanhado ao Xingu, foi funcionário do órgão indigenista oficial, chegando a ser presidente da Funai, na década de 1980.
Em 1944, a Expedição Roncador-Xingu contatou o povo Xavante, ainda hostil. Dois anos depois, estabeleceu contatos pacíficos com cerca de 14 povos do alto Xingu, de grande diversidade cultural, lingüisticamente representantes das Famílias Tupi, Aruak, Karib e Jê. Estes povos, que continuavam vivendo da mesma forma que Steinen os encontrara no século XIX, tinham sofrido um decréscimo populacional sensível, devido aos ataques violentos de gripe, disenteria e outras doenças infecciosas, que começaram a invadir a região cerca de 30 anos antes. Teriam sido contagiados, aparentemente, porque alguns grupos de índios, deslocando-se pelos rios, haviam encontrado colonos brasileiros ao longo do Rio Paranatinga e em outros lugares. 
Assista ao primeiro contato  da Expedição Irmãos Villas Bôas - 1953

Mantendo contato com Rondon e com outros indigenistas, os irmãos Villas Boas decidiram permanecer no Xingu e desenvolver aí um programa positivo de proteção aos índios, buscando assegurar-lhes uma base territorial onde pudessem manter seus modos tradicionais de organização social e de subsistência econômica, além de fornecer-lhes assistência médica contra doenças exógenas. Os irmãos defendiam a criação de reservas e parques indígenas fechados, que funcionassem como uma espécie de tampão protetor e seguro entre índios e sociedade brasileira. Eles achavam que o processo de integração dos povos indígenas na sociedade nacional deveria ser gradual, de forma a garantir a sobrevivência física, as identidades étnicas e os estilos de vida de cada um daqueles povos. 
                                       Saga dos Irmãos Villa- Boas:

 Os irmãos Villas-Bôas implantaram uma nova política indigenista, que, basicamente, consiste na defesa dos valores físicos e culturais: como único meio de evitar a marginalização e o desaparecimento dos grupos tribais. A partir da máxima segundo a qual “O índio só sobrevive na sua própria cultura”, os irmãos Villas-Bôas conseguiram implantar uma nova forma de relacionamento entre nossa sociedade e as comunidades indígenas brasileiras. Essa política vem sendo esposada por etnólogos e entidades científicas não só nacionais, como estrangeiras.
VILLAS BÔAS FILHO, Orlando. Orlando Villas Bôas: expedições, reflexões e registros. São Paulo: Metalivros, 2006.
Xingu: o filme
Contar uma história é difícil. Mas decidir-se sobre que história contar – dentre todas - é pior. Enfrentamos intensamente essa dúvida/escolha na época do roteiro do Xingu.
Claudio, Orlando e Leonardo Villas Boas são vidas, como se diz, maiores que a vida – vezes três. Com o agravante do tempo dilatado: 40 anos de ação na mata e no cenário político nacional. Considerando a ambição de abarcar tudo o que fizeram: desbravaram um pedaço enorme de Brasil, negociaram com presidentes, ministros e militares, lutaram contra latifundiários e políticos, fizeram o primeiro contato e cuidaram de alguns milhares de índios de mais de uma dezena de etnias. E, por fim, criaram um Parque Nacional do tamanho da Bélgica que é um paradigma na preservação da cultura indígena até hoje. Foram heróis – sem dúvida e acima de tudo.
a versão conta o feito, a aventura, a saga dos irmãos. Algo mais próximo do filme de ação feito por quem gosta de drama e personagem.

Assista um pedaço do filme dos 3 Irmãos e veja a missão XIngu:

Convites:
Lançamento do livro de Contos: A COLECIONADORA DE OVOS _Autora: Luzia Stocco_ Prefácio de Marina Henrique _ Editora: Patuá, São Paulo_ Lançamento: 20 de abril, 20h, Bar Lao_ Rua do Vergueiro, 156, centro_ Contato: Fones 3301 8064 e 8158 3926_ e-mail luziastocco@ig.com.br

Sarau Literário Piracicabano
    Sarau vai acontecer em 17 de Abril (terça-feira) 19h30 na sala 2 do Teatro Municipal Dr. Losso Netto 
                                 Tema: Refrescar a alma na liturgia do Sarau!
    Os homenageados serãoLygia Fagundes Telles e Funcionários do Teatro Municipal Dr. Losso Netto de Piracicaba
    Entrada Franca
    Locação: 100 lugares
google

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Pablo Picasso fez das tintas, poesia colorida...

"Picasso quebrou todos os rótulos, violou convenções, humanizou a sua maneira, o direito de pintar o que lhe viesse na cabeça, muitas vezes atormentada pelos excessos da vida, personagem contraditório, quanto aos posicionamentos diante  da revolução e das guerras! Mas, soube como ninguém mostrar as atrocidades dos homens do seu tempo!"          Ana Marly de Oliveira Jacobino
Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco FrancoA pintura foi feita com o uso das cores preto e branco - algo que demonstrava o sentimento de repúdio do artista ao bombardeio da pequena cidade espanhola. Claramente em estilo cubista, Picasso retrata pessoas, animais e edifícios nascidos pelo intenso bombardeio da força aérea alemã (Luftwaffe), já sob o controle de Hitler, aliado de Francisco Franco.
Auto-retrato de Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso ou Pablo Picasso que Nasceu em 25/10/1881, em Málaga (Espanha), e morre em Mougins (França), em 08/04/1973, com 91 anos de idade. Pintor, desenhista, escultor, ceramista e escritor, adquire a notoriedade por volta de 1920.
“Les demoiselles d’Avignon” (As senhoritas de Avinhão) é um dos mais famosos quadros do pintor espanhol Pablo Picasso. Pintado em 1907, óleo sobre tela, este quadro encontra-se exposto no MoMA – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. É um quadro pré-cubista, que evidência o impacto da arte africana.
“Nu sentado” é uma das pinturas de Pablo Picasso que marca o fim da Fase Azul que durou quase três anos e o início da Fase Rosa que durou de 1905 até 1906. A menos rígida, maior agilidade nas linhas e sutis deformações, nova beleza, terna e delicada, caracterizavam os quadros dessa época, onde o volume corpóreo das figuras ganha maior importância. Em “Nu sentado”, o olhar do modelo continua tristonho (marca da Fase Azul) enquanto o corpo já flutua num suave campo alaranjado...
                                                   Picasso escreveu poesia:
Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.
Deixa o médico preocupar-se com eles.
É para isso que ele é pago.
Frequenta, de preferência, amigos alegres.
Os de "baixo astral" põem-te em baixo.
Continua aprendendo...
Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixes o teu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.

Aprecia coisas simples.
Ri sempre, muito e alto.
Ri até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem.
Aguenta, sofre e segue em frente.
A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo.
Mantém-te vivo, enquanto vives!
                                             “Paulo vestido como arlequim”
Rodeia-te daquilo de que gostas:
Família, animais, lembranças, músicas, plantas, um hobby, o que for.
O teu lar é o teu refúgio.
Aproveita a tua saúde;
Se for boa, preserva-a.
Se está instável, melhora-a.
Se está abaixo desse nível, pede ajuda.
Não faças viagens de remorso.
Viaja para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faças
viagens ao passado.
Diz a quem amas, que realmente os amas, em todas as
oportunidades.
“Nu sentado” é uma das pinturas de Pablo Picasso que marca o fim da Fase Azul que durou quase três anos e o início da Fase Rosa que durou de 1905 até 1906. A menos rígida, maior agilidade nas linhas e sutis deformações, nova beleza, terna e delicada. Preste atençãoo olhar do modelo continua tristonho (marca da Fase Azul) enquanto o corpo já flutua num suave campo alaranjado...

E lembra-te sempre que:
A vida não é medida pelo número de vezes que respiraste, mas pelos momentos
Em que perdeste o fôlego:
De tanto rir...
De surpresa...
De êxtase...
De felicidade...                                PABLO PICASSO
Museu Picasso – www.museupicasso.bcn.es
google
Picasso-Museum – www.tamu.edu
                                               Convites: 
    Sarau vai acontecer em 17 de Abril (terça-feira) 19h30 na sala 2 do Teatro Municipal Dr. Losso Netto 
                                 Tema: Refrescar a alma na liturgia do Sarau!
    Os homenageados serãoLygia Fagundes Telles e Funcionários do Teatro Municipal Dr. Losso Netto de Piracicaba
    Entrada Franca
    Locação: 100 lugares
     13/04/12  sexta-feira será realizado na Biblioteca Pública Municipal ás 15h00 o Miss Cultura
    Convidados: 
    Fabrício Carpinejar – É mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio 
    Grande do Sul, poeta e jornalista brasileiro. 

    Marcelo Carneiro da Cunha - É  jornalista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 
     escritor, roteirista e crítico de arte.